Há uma década, o mercado financeiro não via os grandes fundos institucionais americanos se afastarem do setor de tecnologia com tamanha determinação. Em seis das últimas oito semanas, segundo dados do Goldman Sachs, o chamado 'dinheiro inteligente' reduziu sua exposição a ações de tecnologia ao menor nível desde fevereiro de 2026 — não por descrença na inteligência artificial, mas por uma leitura sóbria de que os preços já anteciparam demais o otimismo e o espaço para surpresas positivas se estreitou. É o mercado lembrando, mais uma vez, que euforia e fundamentos sólidos nem sempre caminham ju