A partir de agosto de 2026, o Brasil eleva para 32% a concentração de etanol anidro na gasolina, decisão que reflete a busca histórica do país por autonomia energética e menor dependência do petróleo importado. A medida, aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética por 180 dias, carrega consigo uma tensão antiga entre progresso renovável e a realidade heterogênea da frota nacional. Para milhões de brasileiros que dirigem carros antigos ou não adaptados, a mudança silenciosa no combustível pode se revelar mais ruidosa do que parece.