Na China, o que começou como um gesto estético — pequenas luzes turquesas que anunciavam a presença de sistemas de condução assistida — revelou-se, afinal, uma prática nunca formalmente autorizada. O Ministério da Indústria e Tecnologias da Informação decidiu encerrar este vazio regulamentar com uma proibição clara, invocando o risco de distração e a ausência de normas uniformes. A decisão insere-se numa tendência mais ampla: a de que a inovação tecnológica, por mais sedutora que seja visualmente, não pode avançar sem o enquadramento da lei.