Fluminense bate Platense com brilho de Hulk e se aproxima da semifinal

Hulk brilhou com uma assistência e um gol
O atacante foi decisivo na vitória do Fluminense sobre o Platense no Maracanã.
Mark

Hulk fez dois pontos nessa partida — uma assistência e um gol. Isso é o suficiente para dizer que o Fluminense controlou o jogo?

Mimi

Não é só Hulk. O time todo dominou o primeiro tempo. Tinham a bola, criavam chances, exploravam os erros do Platense. Mas é verdade que Hulk foi quem destrancou o jogo nos momentos certos.

Luke

Espera aí — o Fluminense criou muitas chances ou só as duas que viraram gol? O texto diz que "pecava no momento de finalizar", o que significa que teve oportunidades mas não aproveitou.

Mimi

Exatamente. Tiveram presença ofensiva, mas não foram clínicos. Quando Hulk e Ganso se entenderam, aí sim saiu o segundo gol.

Mark

E o segundo tempo? Por que o ritmo caiu tanto?

Mimi

Isso é comum. Fluminense saiu na frente, se acomodou um pouco, e o Platense começou a se organizar melhor defensivamente. A torcida até teve que animar o time.

Luke

Mas o Platense realmente criou perigo ou foi só tentativa? Porque Sepúlveda quase finaliza, Gauto erra, Cano bate em cima do goleiro — são chances, mas nenhuma delas saiu.

Mimi

Foram chances reais, sim. O Platense acordou no segundo tempo. Mas o Fluminense segurou bem.

Mark

Qual é a situação agora para a volta?

Mimi

Fluminense pode perder por um gol que avança. É uma vantagem grande.

Luke

Mas isso assume que o Platense vai jogar em casa e vai querer atacar. Se eles forem mais agressivos, o Fluminense pode sofrer mais do que sofreu aqui.

  • Hulk dominou o primeiro tempo com uma assistência precisa para Nonato e um gol no canto direito, impondo ao Platense uma desvantagem difícil de reverter.
  • O Fluminense controlou a partida com posse de bola e criatividade, mas viu o ritmo cair visivelmente na segunda etapa, abrindo espaço para o adversário argentino criar chances reais de gol.
  • Gauto e Cano desperdiçaram oportunidades claras, mantendo o placar intacto e preservando a vantagem tricolor mesmo diante da queda de intensidade.
  • Marcão movimentou o banco com Acosta, Savarino e Cano para reoxigenar o ataque, mas a torcida no Maracanã permaneceu apreensiva até o apito final.
  • Com o 2 a 0 consolidado, o Fluminense chega ao jogo de volta em 15 de setembro, em Buenos Aires, podendo perder por até um gol e ainda avançar às semifinais.

No palco sagrado do Maracanã, o Fluminense escreveu mais um capítulo de sua história continental ao superar o Platense por 2 a 0, numa noite em que Hulk carregou o time nas costas com gol e assistência. A vitória, construída sobretudo no primeiro tempo, coloca o clube carioca a um passo das semifinais da Copa Libertadores — e coincide com o centésimo jogo tricolor na competição, marco que ecoa a grandeza de uma trajetória que inclui o título de 2023. O caminho ainda passa por Buenos Aires, mas a vantagem conquistada transforma a viagem em missão possível.

O Fluminense deixou o Maracanã na noite de 8 de setembro com uma vantagem sólida na disputa por uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores. A vitória por 2 a 0 sobre o Platense foi construída quase inteiramente no primeiro tempo, quando o time carioca impôs seu ritmo e aproveitou as fragilidades defensivas do adversário argentino.

Hulk foi o protagonista da noite. Aos 20 minutos, encontrou Nonato livre na intermediária; o volante avançou e bateu na saída do goleiro Cozzani para abrir o placar. Nove minutos depois, Ganso serviu Hulk na área, e o atacante finalizou no canto direito para ampliar. Com dois gols de diferença, o Fluminense passou a ditar o jogo com tranquilidade, trocando passes e criando chances com regularidade.

O segundo tempo trouxe um cenário diferente. O Platense se fechou defensivamente e conseguiu encaixar melhor as transições, criando momentos de perigo. Sepúlveda quase finalizou após jogada pela direita, Gauto desperdiçou chance clara na grande área e Cano saiu na cara do goleiro, mas bateu direto em Cozzani. A torcida tricolor, sentindo a queda de intensidade, pressionou vocalmente para animar a equipe.

Marcão recorreu ao banco, lançando Acosta, Savarino e Cano para oxigenar o ataque. As mudanças trouxeram leve melhora, mas não apagaram completamente a apreensão das arquibancadas. O placar, porém, resistiu.

A vitória também carregou peso histórico: foi o centésimo jogo do Fluminense na Copa Libertadores, em sua 11ª participação, incluindo o título de 2023. Agora, com a vantagem de 2 a 0, o clube carioca pode perder por até um gol na volta, marcada para 15 de setembro no Ciudad de Vicente López, em Buenos Aires. Antes disso, o time enfrenta o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro, no sábado, antes de embarcar para a Argentina.

O Fluminense saiu do Maracanã na noite de 8 de setembro com uma vantagem confortável na briga por uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores. A vitória por 2 a 0 sobre o Platense, da Argentina, foi construída principalmente no primeiro tempo, quando o time carioca impôs seu ritmo e explorou as fragilidades defensivas do adversário. Hulk foi o grande nome da noite: o atacante abriu caminho para o primeiro gol de Nonato aos 20 minutos e marcou o segundo aos 29, consolidando a superioridade tricolor na etapa inicial.

O jogo começou com o Fluminense em controle. O time tinha a posse de bola e conseguia criar situações de perigo, ainda que pecasse nas finalizações. O Platense, por sua vez, demonstrava dificuldade em encontrar espaços e construir ataques consistentes. Quando Hulk encontrou Nonato sem marcação na intermediária, o volante avançou e bateu na saída do goleiro Cozzani para abrir o placar. Poucos minutos depois, Ganso serviu Hulk na área, o atacante dominou e finalizou no canto direito, ampliando a vantagem. Com dois gols de diferença e o controle do jogo, o Fluminense passou a ditar o ritmo com facilidade, trocando passes e criando chances com regularidade.

Na reta final do primeiro tempo, porém, o time carioca começou a reduzir a intensidade. O Platense aproveitou esse momento para tentar adiantar a linha de marcação e roubar a bola em áreas perigosas, mas não conseguiu furar a defesa tricolor. Quando o intervalo chegou, o Fluminense tinha consolidado uma posição confortável para o confronto de volta.

O segundo tempo foi marcado por um ritmo bem mais morno. O Fluminense mantinha a posse de bola e trocava passes, enquanto o Platense se fechava defensivamente. A torcida tricolor, percebendo a queda de intensidade, aumentou o volume para tentar animar a equipe. Os argentinos, por sua vez, conseguiram encaixar melhor a transição e tiveram momentos de perigo, como quando Sepúlveda quase finalizou após jogada pela direita, sendo cortado por Milán. Houve também uma chance clara de Gauto na grande área, que errou a finalização, e outra de Cano, que saiu na cara do goleiro mas bateu direto em Cozzani.

Marcão, técnico do Fluminense, fez alterações principalmente no setor ofensivo, com as entradas de Acosta, Savarino e Cano, buscando oxigenar o time e criar mais efetividade nos avanços. As mudanças trouxeram uma leve melhora no cenário da partida, mas não eliminaram completamente a apreensão da torcida tricolor, que viu o adversário criar oportunidades mesmo com a desvantagem no placar.

O resultado coloca o Fluminense em posição privilegiada para o confronto de volta, marcado para 15 de setembro no Ciudad de Vicente López, em Buenos Aires, às 19h. Com a vantagem de 2 a 0, a equipe carioca pode perder por até um gol de diferença e ainda assim avançar às semifinais. O time das Laranjeiras volta a campo no sábado contra o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro, antes de viajar para a Argentina. A vitória também marcou um momento histórico: foi o 100º jogo do Fluminense na história da Copa Libertadores, em sua 11ª participação na competição, incluindo a campanha do título conquistado em 2023.

O Fluminense começou o jogo tendo mais a posse de bola e explorando bem as fragilidades do Platense
— Análise da partida
Vuoi la storia completa? Leggi l'originale su UOL ↗
Contattaci Domande frequenti