Em um cenário político fragmentado, o senador Flávio Bolsonaro viu desmoronar a aliança que construía com o Progressistas quando a legenda optou, por maioria, pela neutralidade na disputa presidencial — inviabilizando a chapa com a senadora Tereza Cristina. O episódio revela não apenas a dificuldade de costurar coligações em tempos de lealdades divididas, mas também a pressão que pesa sobre candidaturas que dependem de acordos entre partidos com agendas próprias. Com o prazo de 5 de agosto se aproximando, Flávio busca em União Brasil, Podemos e Republicanos o nome que dará sustentação à sua co