Mais de uma década após a morte de Robin Williams, sua imagem ressurge — não pela memória, mas pela máquina. Zelda Williams, sua filha, denunciou publicamente um deepfake que recriava o pai discutindo teorias conspiratórias, transformando sua voz e rosto em instrumento de conteúdo não autorizado. O gesto de Zelda vai além da indignação pessoal: é um lembrete de que a dignidade humana não expira com a morte, e que a tecnologia, quando desacompanhada de ética, pode transformar legados em fantoches.