Ferrari CZ26: o one-off que nem Cristiano Ronaldo consegue comprar

Um carro que ninguém mais no mundo possuirá
O CZ26 é um one-off criado exclusivamente para um cliente específico, sem qualquer segundo exemplar.
Mark

Porque é que a Ferrari se dá ao trabalho de criar um carro que ninguém mais pode ter?

Mimi

Porque há clientes que não querem um carro — querem uma obra de arte. Algo que ninguém mais no planeta possuirá. É sobre exclusividade absoluta.

Mark

Mas se é baseado no SF90, porque não comprar um SF90 e personalizá-lo?

Mimi

Porque isto não é personalização. É redesenho completo. A carroçaria é nova. O design é novo. Apenas o motor permanece. É como começar do zero, mas com uma base que já funciona.

Mark

Dois anos para criar um carro? Isso não é muito tempo?

Mimi

Para um one-off, não. Estamos a falar de colaboração contínua entre o cliente e a Ferrari. Cada detalhe é discutido, refinado, testado. Não há pressa. Há apenas perfeição.

Mark

Os apontamentos em vermelho — são apenas estética?

Mimi

Não. Destacam as soluções aerodinâmicas. Cada elemento visual tem uma função. O design não é decorativo; é funcional.

Mark

E se o cliente se arrepender?

Mimi

Não há arrependimento num projeto assim. O cliente já sabe o que quer quando começa. A Ferrari apenas o materializa.

  • A Ferrari não está a vender o CZ26: está a revelar que ele existe, e que pertence a alguém que o mundo nunca saberá identificar.
  • A transformação visual é tão radical que pouco resta do SF90 original — os grupos óticos desapareceram, as linhas foram recompostas e até a velocidade máxima desceu 12 km/h por força do novo desenho.
  • Sob a pele redesenhada, o motor V8 biturbo e os três elétricos continuam intactos, garantindo os mesmos 1000 cv e os 0-100 km/h em 2,5 segundos que definem o SF90.
  • O interior recebeu materiais exclusivos — tecido técnico, fibra de carbono e inserções em impressão 3D — detalhes que só um cliente de one-off pode especificar.
  • O processo de criação durou cerca de dois anos em colaboração próxima com o proprietário, e a apresentação pública em Pebble Beach serve tanto de vitrina quanto de declaração de prestígio da divisão Special Projects.

Há objetos que o dinheiro não compra — apenas o dinheiro certo, no momento certo, para a pessoa certa. A Ferrari revelou o CZ26, um automóvel único encomendado por um cliente anónimo e concebido pela divisão Special Projects da marca italiana: uma carroçaria inteiramente nova sobre a mecânica do SF90, com 1000 cavalos e uma estética que dialoga com o design industrial italiano dos anos 70. Será apresentado em Pebble Beach durante a Monterey Car Week, e nunca existirá um segundo exemplar — porque a exclusividade absoluta é, ela própria, o produto.

A Ferrari revelou o CZ26, um automóvel que não está à venda — porque já tem dono. Criado pela divisão Special Projects da marca italiana para um cliente cuja identidade não foi divulgada, este exemplar único nasce sobre a base mecânica do SF90, mas com uma carroçaria completamente redesenhada sob a direção de Flavio Manzoni, diretor de design da Ferrari.

A inspiração veio do design industrial italiano dos anos 70: linhas horizontais, superfícies mais limpas, apontamentos em vermelho contrastante. Na frente, os grupos óticos tradicionais foram substituídos por elementos LED muito finos integrados num painel negro que atravessa quase toda a largura do carro. Na traseira, as óticas tornaram-se mais estreitas, o tratamento em V do SF90 desapareceu e surgiu uma composição horizontal com novo difusor e spoiler incorporado. As duas saídas de escape centrais são o único detalhe que ainda remete para o modelo de origem.

A mecânica, porém, permanece intocada: V8 4.0 biturbo com três motores elétricos, 1000 cavalos e 0-100 km/h em 2,5 segundos. A velocidade máxima desceu dos 340 para os 328 km/h — consequência direta das alterações aerodinâmicas e de refrigeração que o novo desenho exigiu. O fundo do carro, as cortinas de ar e o difusor foram reconfigurados para garantir que a nova forma não penalizava o desempenho.

No interior, as mudanças são mais subtis: a arquitetura do SF90 mantém-se, mas surgem materiais exclusivos como tecido técnico preto, fibra de carbono e inserções nos bancos produzidas em impressão 3D. O preço não foi revelado — prática habitual nestes projetos, que podem demorar cerca de dois anos a concluir.

O CZ26 será apresentado publicamente no Pebble Beach Concours d'Elegance, durante a Monterey Car Week. Não haverá um segundo exemplar. Essa é a promessa — e também a razão pela qual nem todo o dinheiro do mundo é suficiente para comprar um.

A Ferrari acaba de revelar um automóvel que não pode ser comprado — pelo menos, não por Cristiano Ronaldo ou por qualquer outra pessoa que não seja o cliente específico para quem foi criado. Chama-se CZ26 e representa o tipo de projeto que a divisão Special Projects da marca italiana executa quando um proprietário abastado quer algo que ninguém mais no mundo possuirá.

O CZ26 nasceu do SF90, mas pouco resta visualmente desse pedigree. Flavio Manzoni, o diretor de design da Ferrari, liderou uma transformação radical da carroçaria, inspirando-se na estética industrial italiana dos anos 70 para criar algo que se sente simultaneamente retro e futurista. As linhas horizontais dominam o desenho. As superfícies são mais limpas. Os apontamentos em vermelho contrastante cortam a composição visual. Na frente, os grupos óticos tradicionais desapareceram, substituídos por elementos LED muito finos que se integram num painel preto que atravessa quase toda a largura do carro. A traseira sofreu transformação igualmente profunda: as óticas tornaram-se muito mais estreitas, o tratamento em V do SF90 desapareceu, e em seu lugar surgiu uma composição horizontal com um novo difusor e um pequeno spoiler incorporado na própria carroçaria. As duas saídas de escape centrais são praticamente o único detalhe que ainda sussurra a ligação ao modelo original.

Mas por baixo dessa pele completamente redesenhada, o coração permanece familiar. A Ferrari não alterou a mecânica do SF90. O CZ26 continua equipado com um V8 4.0 biturbo associado a três motores elétricos, gerando uma potência combinada de 1000 cavalos. A aceleração de 0 aos 100 km/h em 2,5 segundos permanece impressionante. A velocidade máxima, porém, desceu dos 340 km/h do SF90 para 328 km/h — uma redução que a Ferrari atribui tanto ao novo design exterior como às revisões na refrigeração e aerodinâmica. O fundo do carro, as cortinas de ar dianteiras, o spoiler traseiro e o difusor foram todos reconfigurados. O objetivo era duplo: garantir que o novo desenho não prejudicava o desempenho aerodinâmico e, simultaneamente, tirar partido das novas superfícies para aumentar a carga aerodinâmica.

No interior, as mudanças são muito mais discretas. A arquitetura do SF90 mantém-se intacta, mas surgem novos materiais e acabamentos específicos deste exemplar único. A Ferrari combinou tecido técnico preto com fibra de carbono e recorreu até à impressão 3D para criar inserções utilizadas nos bancos. É o tipo de detalhe que apenas um cliente que encomenda um one-off consegue especificar.

O preço e a identidade do proprietário não foram divulgados — prática habitual nos projetos da divisão Special Projects. Estes exemplares únicos são desenvolvidos em estreita colaboração com o cliente, e o processo pode prolongar-se durante cerca de dois anos. O CZ26 será apresentado publicamente durante o Monterey Car Week, nos Estados Unidos, mais especificamente no Pebble Beach Concours d'Elegance. E apesar de partilhar a mecânica com um Ferrari que já é bem conhecido, não haverá outro exatamente igual. Essa é a promessa — e a razão pela qual nem todo o dinheiro do mundo consegue comprar um.

O CZ26 é a criação mais recente da divisão Special Projects da Ferrari
— Ferrari
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