Em novembro de 2019, um fazendeiro de 67 anos em Nova Alvorada do Sul, Mato Grosso do Sul, viu uma solução prática — perfurar um poço para abastecer sua propriedade — transformar-se em irregularidade ambiental quando a Polícia Militar Ambiental descobriu a obra sem licença, com mais de 50 metros já escavados. A tensão entre a urgência cotidiana do campo e as exigências legais que protegem os aquíferos subterrâneos revelou-se, ali, em toda a sua complexidade: agir antes de autorizar pode custar mais do que esperar.