Calmon de Sá, 91 anos, foi condenado a 13 anos de prisão em 2007 por fraudes no Banco Econômico, que causou prejuízos a 900 mil clientes. O banqueiro doou ao partido em vez de diretamente ao candidato, prática que, segundo a Folha, oculta elos eleitorais entre doadores e políticos.
Ex-ministro condenado por fraude é terceiro maior doador de Flávio Bolsonaro
Aproximadamente 900 mil clientes do Banco Econômico tiveram contas bloqueadas, 276 agências fecharam e 9.500 funcionários foram demitidos após a intervenção do Banco Central em 1995.
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