A Volkswagen, símbolo centenário da indústria alemã, firmou com seus sindicatos o acordo mais radical em 89 anos de história — cortando até 100 mil empregos e reduzindo drasticamente sua produção. O pacto, celebrado como vitória, carrega em si uma ambiguidade profunda: é o começo de uma renovação ou apenas uma pausa antes de um declínio mais lento? Em um mundo onde a concorrência chinesa avança e as tarifas americanas corroem margens, a questão não é se a empresa mudará, mas se a mudança chegará a tempo.
Plano de reestruturação da Volkswagen: salvação ou apenas adiamento do colapso?
Volkswagen vai eliminar aproximadamente 100 mil empregos até 2030, representando 15% de sua força de trabalho global, com destino de quatro fábricas alemãs ainda indefinido.