Enquanto líderes tecnológicos como Elon Musk projetam uma economia de abundância impulsionada por inteligência artificial nos próximos cinco a dez anos, o Brasil permanece enredado em debates e estruturas institucionais de uma era que já começa a se despedir. O país carrega vantagens reais — energia renovável, alimentos, recursos naturais — mas a burocracia, os juros elevados e a insegurança institucional impedem que essas riquezas se convertam em poder competitivo genuíno. A questão que se impõe não é apenas econômica, mas civilizatória: um país pode desperdiçar o presente e ainda assim herda