Eduardo Paes lidera com 48,6% e se aproxima da vitória no primeiro turno no Rio

Uma margem de 37,5 pontos é praticamente intransponível
A vantagem de Eduardo Paes sobre seus concorrentes mais próximos na disputa pelo governo do Rio.
Mark

Como uma vantagem de 37,5 pontos percentuais se traduz em termos práticos? Paes já venceu?

Mimi

Não tecnicamente — faltam semanas para a eleição. Mas uma margem dessa magnitude é praticamente intransponível. Para Ruas ou Garotinho empatarem, Paes teria que perder quase metade de seus votos.

Luke

Mas ele perdeu 2,1 pontos desde o início do mês. Se essa tendência continuar...

Mimi

Verdade, mas mesmo em queda, ele segue com quase metade das intenções de voto. Ruas e Garotinho não crescem na mesma velocidade.

Mark

E o segundo turno? Os números mudam muito?

Mimi

Não. Contra Ruas, Paes sobe para 60,1%. Contra Garotinho, para 61,1%. A vantagem se amplia, não diminui.

Luke

Esses cenários de segundo turno dependem de como os votos se redistribuem. A pesquisa não pode prever isso com precisão.

Mark

Qual é o ponto fraco de Paes nessa pesquisa?

Mimi

A rejeição dele é de 20,6% — a menor entre os testados, mas ainda significativa. Um em cada cinco eleitores o rejeita.

Luke

E Garotinho tem 37,1% de rejeição. Isso importa mais do que os números de primeiro turno?

Mimi

Potencialmente. Rejeição alta pode mobilizar votos contra um candidato, mesmo que ele esteja à frente.

  • Com 48,6% das intenções de voto, Paes ocupa sozinho um espaço que normalmente exigiria coalizões inteiras para ser preenchido.
  • Douglas Ruas e Anthony Garotinho disputam um distante segundo lugar tecnicamente empatados em torno de 11%, enquanto mais de 16% dos eleitores ainda rejeitam ou ignoram todos os nomes.
  • Uma queda de 2,1 pontos em relação a julho anterior acende um sinal de atenção, mas a margem de 37,5 pontos sobre os concorrentes transforma qualquer oscilação em ruído estatístico.
  • Nos cenários de segundo turno, Paes supera os 60% contra qualquer adversário testado, tornando a pergunta da campanha não 'quem vence', mas 'por quanto'.
  • Garotinho carrega a maior rejeição do campo — 37,1% —, enquanto Paes registra o menor índice negativo entre os testados, consolidando tanto sua força quanto sua viabilidade.

No Rio de Janeiro, onde o poder sempre foi disputado com intensidade, uma pesquisa eleitoral revela uma assimetria rara: Eduardo Paes, ex-prefeito da capital e candidato do PSD ao governo estadual, concentra quase metade das intenções de voto em julho de 2026, separado dos rivais por uma distância que a história eleitoral brasileira reconhece como quase definitiva. A liderança não é apenas numérica — ela atravessa todos os cenários simulados, sugerindo que o eleitorado fluminense, ao menos por ora, já fez sua escolha.

A corrida pelo governo do Rio de Janeiro tem um líder inconteste. Eduardo Paes, ex-prefeito da capital e filiado ao PSD, aparece com 48,6% das intenções de voto no levantamento da Paraná Pesquisas divulgado no final de julho de 2026 — uma vantagem de 37,5 pontos sobre os concorrentes mais próximos, margem que, em termos eleitorais, é praticamente intransponível.

No cenário estimulado, Douglas Ruas, presidente da Assembleia Legislativa, marca 11,1%, tecnicamente empatado com Anthony Garotinho, ex-governador pelos Republicanos, que registra 11%. Mais de 16% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco, nulo ou preferiram não responder.

O quadro não é imóvel: Paes recuou 2,1 pontos em relação ao levantamento de início de julho, quando marcava 50,7%. No mesmo período, Ruas caiu de 13,8% para 11,1%, enquanto Garotinho avançou de 9,8% para 11%, consolidando-se como segunda força. A oscilação existe, mas não ameaça a liderança.

Nas simulações de segundo turno, a vantagem se amplia. Contra Ruas, Paes chegaria a 60,1%; contra Garotinho, a 61,1%. A consistência desses números em diferentes cenários reforça a solidez da posição do candidato do PSD.

No índice de rejeição, Garotinho lidera negativamente com 37,1%, seguido por Wilson Witzel, com 24,2%. Paes registra a menor rejeição entre os testados: 20,6%. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, com margem de erro de 2,5 pontos e grau de confiança de 95%, registrada no TSE sob o número RJ-09303/2026.

A corrida pelo governo do Rio de Janeiro tem um líder inconteste. Eduardo Paes, ex-prefeito da capital fluminense e filiado ao PSD, comanda a disputa com 48,6% das intenções de voto, segundo levantamento da Paraná Pesquisas divulgado na última sexta-feira. A vantagem é tão ampla que o separa dos concorrentes mais próximos por 37,5 pontos percentuais — uma margem que, em termos eleitorais, é praticamente intransponível.

No cenário estimulado, Douglas Ruas, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, aparece com 11,1% das intenções de voto. Logo atrás, tecnicamente empatado, está Anthony Garotinho, ex-governador filiado aos Republicanos, com 11%. O restante da eleição se distribui entre 10,4% que declararam intenção de votar em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 6,1% que não souberam responder ou preferiram não opinar.

O cenário não é estático, porém. Paes oscilou para baixo em relação ao levantamento realizado no início de julho, quando registrava 50,7% das intenções de voto. A queda de 2,1 pontos percentuais sugere algum movimento no eleitorado, ainda que insuficiente para ameaçar sua posição. No mesmo período, Ruas recuou de 13,8% para 11,1%, enquanto Garotinho avançou de 9,8% para 11%, consolidando-se como segunda força na disputa.

Quando a pesquisa simula cenários de segundo turno, a vantagem de Paes se amplia ainda mais. Em um confronto direto contra Ruas, o ex-prefeito alcançaria 60,1% das intenções de voto, deixando o parlamentar com 24,3%. Brancos e nulos somariam 10,8%, e 4,8% não responderiam. Comparado ao levantamento anterior, Paes recuou dois pontos percentuais neste cenário, enquanto Ruas avançou apenas 0,4 ponto.

Contra Garotinho, a margem é ainda maior. Paes chegaria a 61,1% das intenções de voto, enquanto o ex-governador ficaria com 20,5%. Neste cenário, 14,2% votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 4,3% não responderiam. A consistência desses números em diferentes simulações reforça a solidez da liderança do candidato do PSD.

O levantamento também mediu a rejeição aos possíveis candidatos. Anthony Garotinho lidera este indicador negativo com 37,1% de rejeição entre os entrevistados. Wilson Witzel, ex-governador filiado ao Democrata, aparece em seguida com 24,2%. Eduardo Paes registra 20,6% de rejeição, o menor índice entre os nomes testados — mais um sinal de sua posição confortável na disputa.

A pesquisa entrevistou 1.600 eleitores entre terça e quinta-feira da semana anterior. O levantamento possui grau de confiança de 95% e margem de erro estimada em 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RJ-09303/2026, conferindo-lhe validade institucional.

Os números apontam para um cenário em que Paes pode vencer já no primeiro turno, caso mantenha sua base de apoio. Mesmo com a oscilação negativa recente, a distância que o separa dos concorrentes permanece tão grande que qualquer movimento tático dos adversários parece insuficiente para alterar o curso da disputa. O que se vê agora é uma campanha em que a pergunta central não é mais quem vencerá, mas com qual margem.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RJ-09303/2026
— Paraná Pesquisas
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