Em um momento em que a inteligência artificial remodela o discurso político, o Brasil se depara com uma tensão reveladora: o Tribunal Superior Eleitoral estabeleceu regras de transparência para o uso de IA em campanhas, mas um estudo recente indica que dois terços das postagens que empregaram a tecnologia durante a pré-campanha simplesmente ignoraram essa obrigação. O dado não é apenas estatístico — é um espelho da distância que frequentemente separa a norma escrita da prática vivida, especialmente quando a fiscalização encontra os limites do ambiente digital.
Dois terços das postagens com IA na pré-campanha violaram regra do TSE
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