O Brasil se aproxima, em junho de 2026, de um limiar fiscal que remete às horas mais sombrias da pandemia: a dívida pública consolidada alcançou 82% do PIB, totalizando R$ 10,8 trilhões. É o sinal de uma tensão antiga entre a ambição do Estado de prover e a capacidade real da economia de sustentar esse provimento. Quando o endividamento cresce mais rápido que a riqueza gerada, são os investimentos, os empregos e o futuro que pagam a conta.