Enquanto diplomatas negociam acordos de energia e mineração nos corredores da ONU, María Corina Machado — símbolo maior da resistência venezuelana — permanece impedida de retornar à terra que busca transformar. Suas sete tentativas frustradas em nove meses revelam uma contradição silenciosa: a abertura entre Washington e Caracas avança enquanto a liberdade de movimento de sua principal opositora permanece bloqueada. O que se desenha não é apenas uma crise de passaportes, mas uma interrogação profunda sobre o preço dos acordos e quem, afinal, paga por eles.
María Corina Machado impedida de retornar à Venezuela em três tentativas
Machado permanece impedida de retornar ao seu país, enfrentando obstáculos que sugerem restrições à liberdade de movimento político.