Em Portugal, doentes diabéticos acordaram para descobrir que haviam desaparecido de um registo administrativo — não por perda de direitos, mas por falta de atualização de dados junto do SNS. Sem existência no sistema, a comparticipação evapora, e a insulina, que pode custar mais de cem euros mensais, torna-se inacessível para quem depende dela para sobreviver. É a burocracia a agir como barreira invisível entre a vida e quem já é vulnerável.
Diabéticos ficam sem medicação comparticipada por falta de atualização de dados no SNS
Diabéticos perdem acesso a medicamentos essenciais para controlo de doença crónica, com risco direto para saúde e vida, especialmente entre idosos e emigrantes.