Desde as tábuas de argila da Mesopotâmia até as prateleiras refrigeradas do século XXI, a cerveja acompanha a humanidade como testemunha fiel de encontros e celebrações. Na primeira sexta-feira de agosto, o mundo para — ou ao menos levanta o copo — para reconhecer essa bebida milenar e os que a produzem, servem e apreciam. O Brasil, terceiro maior consumidor global, encontra na data um espelho de sua própria cultura de sociabilidade, onde o fim da semana de trabalho é, em si, um ritual coletivo.