Descarrilamento em Espanha deixa pelo menos 7 mortos e 25 feridos

Pelo menos sete pessoas morreram e 25 ficaram gravemente feridas no descarrilamento; aproximadamente 300 passageiros estavam a bordo dos dois comboios no momento do acidente.
A tripulação usou martelos para partir os vidros
Descrição do resgate improvisado após o descarrilamento dos dois comboios em Adamuz.
Mark

Como é que dois comboios descarrilaram quase ao mesmo tempo? Parece demasiada coincidência.

Mimi

O comboio Iryo saiu dos carris primeiro e invadiu a linha adjacente onde circulava o Alvia. Não foi coincidência — foi o descarrilamento do primeiro que causou o do segundo.

Luke

Mas ainda não sabemos por que é que o Iryo descarrilou em primeiro lugar. A investigação está em curso.

Mark

E as pessoas que estavam presas? Como conseguiram sair?

Mimi

A tripulação usou martelos para partir os vidros. Havia pessoas no topo do último vagão a tentar resgatar os feridos. Foi um resgate muito improvisado e caótico.

Luke

Um jornalista que estava a bordo descreveu como "um terramoto". Isso é uma perspetiva valiosa, mas é uma descrição subjetiva do impacto, não uma medida técnica.

Mark

Quantas pessoas estavam nos dois comboios?

Mimi

O Iryo tinha aproximadamente 300 passageiros. Não temos números precisos para o Alvia.

Luke

Exatamente. Sabemos que havia cerca de 300 no Iryo, mas o número total de pessoas nos dois comboios não está confirmado nos relatos.

Mark

E agora? O que vem a seguir?

Mimi

As autoridades espanholas estão a investigar as causas. A Iryo já emitiu um comunicado de pesar.

Luke

A investigação é o passo crítico. Sem saber por que descarrilou o primeiro comboio, não podemos entender realmente o que aconteceu.

  • Sete pessoas morreram e 25 ficaram gravemente feridas quando dois comboios de alta velocidade descarrilaram quase em simultâneo numa linha férrea em Adamuz, Córdoba.
  • Um jornalista a bordo descreveu o impacto como 'um terramoto' — a última carruagem tombou de lado, com vidros partidos e passageiros presos no interior.
  • A tripulação recorreu a martelos para partir janelas e abrir caminho aos feridos, enquanto passageiros se posicionavam no topo do vagão tombado para ajudar a resgatar as vítimas.
  • A operadora Iryo emitiu um comunicado de pesar e as autoridades espanholas abriram uma investigação para determinar se a causa foi falha técnica, erro humano ou outro fator.
  • As operações de resgate e assistência às vítimas prosseguem no local, enquanto o país assimila um dos acidentes ferroviários mais graves dos últimos anos.

No crepúsculo de um sábado de janeiro, dois comboios de alta velocidade colidiram e descarrilaram perto de Adamuz, em Córdoba, num instante que transformou uma viagem comum numa das tragédias ferroviárias mais graves de Espanha nos últimos anos. O comboio Iryo, com cerca de 300 passageiros a bordo, invadiu a linha adjacente onde circulava um Alvia, e o resultado foi sete vidas perdidas e 25 pessoas gravemente feridas. No caos que se seguiu, tripulantes improvisaram o resgate com martelos e coragem, enquanto as autoridades iniciam agora a longa tarefa de compreender como e porquê este momento de falha aconteceu.

No final da tarde de sábado, dois comboios de alta velocidade descarrilaram quase em simultâneo perto de Adamuz, no interior de Córdoba, deixando pelo menos sete pessoas mortas e 25 gravemente feridas. O acidente começou quando o comboio Iryo 6189, partido de Málaga com destino a Madrid e cerca de 300 passageiros a bordo, descarrilou e invadiu a linha adjacente onde circulava um comboio Renfe Alvia com destino a Huelva. Os dois últimos vagões do Iryo saíram dos carris, e o último tombou de lado com vidros partidos e passageiros presos.

Um jornalista da Rádio Nacional de Espanha que viajava na primeira carruagem descreveu o impacto como 'um terramoto' que se propagou por todo o comboio. A tripulação reagiu de imediato: acionou o sistema de som para identificar profissionais médicos entre os passageiros e usou martelos para partir os vidros das carruagens descarriladas. Alguns passageiros subiram ao topo do vagão tombado para tentar resgatar os feridos presos no interior, enquanto outros caminhavam em direção à estação de Adamuz.

A Iryo emitiu um comunicado de 'mais profundo pesar' e confirmou os detalhes da viagem. As autoridades espanholas abriram uma investigação para apurar se esteve em causa uma falha técnica, erro humano ou outro fator — num acidente que marca um dos momentos mais sombrios da ferrovia de alta velocidade espanhola em anos recentes.

No final da tarde de sábado, dois comboios de alta velocidade descarrilaram quase em simultâneo numa linha férrea perto de Adamuz, no interior de Córdoba, deixando pelo menos sete pessoas mortas e 25 gravemente feridas. O acidente ocorreu quando o comboio Iryo 6189, que saíra de Málaga às 18h40 com destino a Madrid, descarrilou na entrada da via 1 e invadiu a linha férrea adjacente, onde circulava um comboio Renfe Alvia que se dirigia para Huelva. Ambos os comboios descarrilaram quase instantaneamente.

O comboio Iryo transportava aproximadamente 300 passageiros quando os seus dois últimos vagões saíram dos carris. A última carruagem tombou de lado, com os vidros partidos e pessoas presas no interior. Um jornalista da Rádio Nacional de Espanha que viajava a bordo descreveu o impacto como "um terramoto" que se propagou por todos os vagões. Ele estava na primeira carruagem quando sentiu o choque e imediatamente a tripulação acionou o sistema de som para procurar profissionais médicos entre os passageiros que pudessem ajudar os feridos nos vagões traseiros.

O resgate foi improvisado e urgente. A tripulação usou martelos para partir os vidros das carruagens descarriladas, permitindo que os passageiros saíssem. Pessoas posicionaram-se no topo do último vagão para tentar resgatar os feridos que estavam presos no interior. Os passageiros começaram a desembarcar em direção à estação de Adamuz enquanto as operações de emergência se desenrolavam no local.

A Iryo, operadora do comboio que descarrilou, emitiu um comunicado expressando o seu "mais profundo pesar" pelo acidente. A empresa confirmou que o comboio 6189 tinha partido de Málaga às 18h40 e que aproximadamente 300 pessoas estavam a bordo no momento do descarrilamento. As autoridades espanholas iniciaram uma investigação para determinar as causas do acidente, enquanto as operações de resgate e assistência às vítimas continuavam no local.

O acidente marca um dos incidentes ferroviários mais graves em Espanha nos últimos anos, envolvendo comboios de alta velocidade numa zona onde duas linhas férreas se cruzam. As investigações prosseguem para esclarecer se houve falha técnica, erro humano ou outro fator que levou ao descarrilamento simultâneo dos dois comboios.

Jornalista a bordo descreveu o impacto como 'um terramoto' que se propagou por todos os vagões
— Salvador Jiménez, jornalista da Rádio Nacional de Espanha
A Iryo expressou o seu 'mais profundo pesar' pelo acidente ferroviário
— Comunicado da Iryo
Fale Conosco FAQ