Diante da Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro de 2026, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, escolheu um broche — e não palavras — como seu argumento mais eloquente: um mapa com Essequibo incorporado ao território venezuelano. O gesto condensa décadas de disputa sobre uma região de 159 mil quilômetros quadrados que pertence à Guiana, mas que Caracas reivindica com crescente determinação desde a descoberta de vastas reservas de petróleo em 2015. Num mundo que rejeita a reivindicação venezuelana, o símbolo no peito de Rodríguez revela como a ambição territorial pode pe