Há histórias em que a infância não é apenas memória, mas projeto. Maria Jordana começou vendendo pulseiras de miçangas para comprar seu primeiro cavalo e, décadas depois, comanda um negócio itinerante de imersões equestres que fatura R$ 60 mil mensais em diferentes estados brasileiros. Entre o sonho e o faturamento, houve um acidente, uma cadeira de rodas, um caderno de planos e a decisão de transformar dor em método. O que ela ensina não é apenas equitação — é a geometria invisível entre liderança, propósito e confiança.