Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo consolida uma liderança que transcende a aritmética eleitoral: com 49% dos votos válidos registrados pelo Datafolha, ele se aproxima de uma vitória em primeiro turno que, se confirmada, redesenharia o mapa político do estado mais disputado do país. A pesquisa, realizada em plena semana de debate televisivo, revela não apenas uma preferência, mas uma distância que seus adversários ainda não encontraram meios de encurtar.
Datafolha/MG: Cleitinho lidera com 49% dos votos válidos e pode vencer em 1º turno
Cleitinho mantém 49% dos votos válidos, mesma porcentagem da semana anterior
Como uma pesquisa feita entre 28 de setembro e 1º de outubro consegue capturar o estado real da corrida?
Ela foi conduzida presencialmente com 1.204 eleitores, durante um período que incluiu o debate da TV Globo. Isso dá uma fotografia do momento, não uma previsão.
Mas 1.204 pessoas é uma amostra pequena para um estado inteiro. A margem de erro de três pontos percentuais significa que Cleitinho poderia estar em 46% ou 52% — uma diferença enorme em termos de viabilidade de primeiro turno.
Então por que a pesquisa mostra Cleitinho tão à frente?
Ele tem 49% dos votos válidos, mantendo o mesmo número da semana anterior. Patrus subiu de 18% para 20%, Kalil de 11% para 13%. Mas ninguém chega perto.
É verdade que Patrus e Kalil cresceram. A questão é se esse crescimento continua ou se estabiliza. Uma semana de dados não diz muito sobre tendência.
E os indecisos? Eles caíram de 10% para 8%.
Sim, diminuíram. Isso sugere que o eleitorado está se definindo, pelo menos um pouco. Mas ainda há 8% que não sabem em quem votar.
E 9% de brancos e nulos. Se esses votos se concentrassem em um candidato, mudariam o jogo. Mas não sabemos como vão se comportar.
Os cenários de segundo turno mostram Cleitinho vencendo facilmente, certo?
Sim. Contra Kalil, ele teria 56% contra 27%. Contra Patrus, 60% contra 24%. Mas esses números dependem de quem realmente chegar ao segundo turno.
E dependem também de como os votos dos candidatos eliminados se redistribuem. A pesquisa não diz nada sobre isso. É especulação.
El Pulso
- Com 49% dos votos válidos, Cleitinho está a um passo de encerrar a disputa antes mesmo do segundo turno — uma raridade em eleições para governos de estados grandes.
- Patrus Ananias e Alexandre Kalil avançam modestamente, mas a distância que os separa do líder permanece abissal: 29 e 36 pontos percentuais, respectivamente.
- O debate da TV Globo, realizado durante o período de coleta, não alterou o equilíbrio de forças — o que sugere que a liderança de Cleitinho está ancorada em algo mais profundo do que o desempenho conjuntural.
- Nos cenários de segundo turno, Cleitinho venceria Kalil por 56% a 27% e Patrus por 60% a 24%, indicando que sua vantagem cresce, e não diminui, quando o campo se estreita.
Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo consolida uma liderança que transcende a aritmética eleitoral: com 49% dos votos válidos registrados pelo Datafolha, ele se aproxima de uma vitória em primeiro turno que, se confirmada, redesenharia o mapa político do estado mais disputado do país. A pesquisa, realizada em plena semana de debate televisivo, revela não apenas uma preferência, mas uma distância que seus adversários ainda não encontraram meios de encurtar.
Uma pesquisa Datafolha divulgada no início de outubro coloca o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, em posição de vencer o governo de Minas Gerais já no primeiro turno. Com 49% dos votos válidos — o mesmo índice da semana anterior —, sua votação oscila entre 46% e 52% dentro da margem de erro, mantendo-o muito à frente de qualquer rival.
O levantamento ouviu 1.204 eleitores entre 28 de setembro e 1º de outubro, período que incluiu o debate estadual da TV Globo. Patrus Ananias (PT) subiu de 18% para 20% dos votos válidos, e Alexandre Kalil (PDT) avançou de 11% para 13%. Os demais candidatos — Roscoe, Simões, Gabriel Azevedo e outros — dividem fatias menores do eleitorado.
No universo total de eleitores, incluindo brancos, nulos e indecisos, Cleitinho permanece estável em 40%. Os indecisos recuaram de 10% para 8%, sinal de que o eleitorado vai se definindo — e, por ora, a definição favorece o senador.
Os cenários de segundo turno ampliam ainda mais sua vantagem: contra Kalil, ele chegaria a 56%; contra Patrus, a 60%. A questão que resta em aberto é se Cleitinho conseguirá reunir os votos necessários para encerrar a disputa no primeiro turno — meta que, com 49% dos votos válidos, está ao alcance da mão.
Uma pesquisa Datafolha divulgada na primeira semana de outubro coloca o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, em posição confortável para vencer a eleição ao governo de Minas Gerais já no primeiro turno. Entre os votos válidos, ele mantém 49% das intenções de voto — o mesmo patamar registrado uma semana antes. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, sua votação oscila entre 46% e 52%, um intervalo que o mantém bem acima de qualquer concorrente.
O levantamento, que ouviu 1.204 eleitores presencialmente entre 28 de setembro e 1º de outubro, capturou um momento político em movimento. Patrus Ananias, deputado federal pelo PT, subiu de 18% para 20% dos votos válidos na semana anterior. Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte pelo PDT, avançou de 11% para 13%. Os demais candidatos ocupam espaço menor: Flávio Roscoe, do PL, aparece com 5%; Mateus Simões, do PSD, também com 5%; Gabriel Azevedo, do MDB, com 3%. Ben Mendes, Professor Túlio Lopes, Henrique Áreas, Indira Xavier e Rafael Duda dividem 1% cada um.
Quando se considera o universo total de eleitores — incluindo brancos, nulos e indecisos — o quadro muda de escala, mas não de direção. Cleitinho permanece em 40%, estável em relação à semana anterior. Patrus oscilou de 15% para 16%. Kalil subiu de 9% para 11%. Roscoe recuou de 5% para 4%, assim como Simões, que caiu de 5% para 4%. Gabriel Azevedo passou de 3% para 2%. Os demais candidatos mantêm 1% cada. Brancos e nulos se mantêm em 9%, enquanto os indecisos diminuíram de 10% para 8%.
A pesquisa foi conduzida durante período que incluiu o debate estadual da TV Globo, realizado na terça-feira, 29 de setembro. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número MG-09729/2026, com nível de confiança de 95%. A margem de erro de três pontos percentuais aplica-se para mais ou para menos em relação aos números apresentados.
Os cenários de segundo turno apontam para uma vantagem ainda mais acentuada de Cleitinho. Caso enfrente Kalil, o senador alcançaria 56% dos votos totais contra 27% do ex-prefeito. Se o adversário fosse Patrus, Cleitinho chegaria a 60%, deixando o petista com 24%. Esses números sugerem que, independentemente de quem o acompanhe ao segundo turno, a trajetória da campanha já está em grande medida definida. O que permanece em aberto é se Cleitinho conseguirá reunir os votos necessários para evitar um segundo turno inteiramente — meta que, com 49% dos votos válidos, está ao alcance.
Citas Notables
Cleitinho tem chance de ser eleito governador de Minas Gerais em primeiro turno— Pesquisa Datafolha