No Brasil de 2026, a crise do Supremo Tribunal Federal deixou de ser uma surpresa e passou a ser uma constante — absorvida pelos mercados, incorporada nas análises, mas não por isso esvaziada de perigo real. O julgamento de Alexandre de Moraes não encerrou questões; abriu lacunas. E enquanto o ministro Flávio Dino se apaga nos bastidores do Planalto, a campanha de Lula navega entre o risco já precificado e o risco ainda por vir, sabendo que as próximas decisões da corte podem redesenhar o mapa eleitoral do país.