No Rio de Janeiro de 2026, as pesquisas começam a desenhar os contornos de uma disputa que vai além dos números: Eduardo Paes, com 41% das intenções de voto, carrega a experiência de quem já governou a capital e agora mira o estado, enquanto seus adversários enfrentam tanto a desvantagem nas urnas quanto turbulências políticas e jurídicas. A democracia, como sempre, revela-se um processo vivo — sujeito a alianças que mudam de lado, candidaturas contestadas e eleitorados ainda em formação.