Num fim de semana de janeiro de 2026, um cosmonauta russo a bordo da Estação Espacial Internacional registrou uma aurora boreal vista de uma altura que poucos seres humanos já alcançaram. O espetáculo nasceu de uma tempestade solar, em que partículas carregadas lançadas pelo Sol se chocam com os gases da atmosfera terrestre e acendem o céu perto dos polos. Ao relatar a experiência, o observador descreveu a tripulação como se estivesse navegando dentro daquela luz, uma imagem que lembra quão frágil e conectada é a relação entre a estrela e o planeta que habitamos.
Cosmonauta russo registra do espaço a força da aurora boreal após forte tempestade solar
Parecia que estávamos literalmente navegando dentro daquela luz
Então o que exatamente o cosmonauta filmou?
As luzes da aurora boreal sobre a Terra, vistas da Estação Espacial Internacional, na terça-feira (19). Ele descreveu muito brilho vermelho e disse que parecia navegar dentro da luz.
E por que apareceu essa aurora?
Uma forte tempestade solar lançou partículas carregadas em alta velocidade. Elas colidem com gases da atmosfera e produzem a luz.
Preciso separar uma coisa: a frase de que foi a tempestade mais forte em duas décadas vem do relato do cosmonauta, não de uma medição que a reportagem apresente.
Então não dá para tratar como dado confirmado?
Não com o que temos aqui. É atribuído a ele, e a reportagem não cita dados científicos.
Ainda assim, o vermelho chama atenção. O verde é a cor mais comum; rosa e vermelho surgem só ocasionalmente.
Há algum risco prático?
A reportagem só diz que tempestades intensas podem afetar satélites e comunicações. Não informa que algo tenha sido afetado desta vez.
Por isso o monitoramento continua.
Le Pouls
- Uma tempestade solar descrita como a mais intensa em duas décadas lançou matéria em direção à Terra, criando um cenário de alerta no espaço.
- O cosmonauta Sergei Kud-Sverchkov, da Roscosmos, filmou a aurora a partir da estação, transformando a órbita em palco de um fenômeno raro.
- Um relato vivo de brilho avermelhado, fora da cor mais comum do verde, chamou atenção para um episódio incomum.
- Ainda sem medições científicas publicadas, o evento segue sob observação, com monitoramento contínuo do Sol diante do risco a satélites e comunicações.
Num fim de semana de janeiro de 2026, um cosmonauta russo a bordo da Estação Espacial Internacional registrou uma aurora boreal vista de uma altura que poucos seres humanos já alcançaram. O espetáculo nasceu de uma tempestade solar, em que partículas carregadas lançadas pelo Sol se chocam com os gases da atmosfera terrestre e acendem o céu perto dos polos. Ao relatar a experiência, o observador descreveu a tripulação como se estivesse navegando dentro daquela luz, uma imagem que lembra quão frágil e conectada é a relação entre a estrela e o planeta que habitamos.
O cosmonauta russo Sergei Kud-Sverchkov, da agência espacial Roscosmos, filmou uma aurora boreal a partir da Estação Espacial Internacional. As imagens mostram luzes cintilando sobre a Terra, vistas de uma altura que nenhum observador no solo alcança.
O fenômeno veio na sequência de uma forte tempestade solar. Partículas carregadas, lançadas pelo Sol em alta velocidade, colidiram com gases da atmosfera e produziram a luminosidade perto do polo. Em seu canal no Telegram, Kud-Sverchkov disse que havia muito brilho vermelho e que parecia que a tripulação navegava dentro daquela luz.
O vermelho não é a cor mais comum das auroras, que costumam ser verdes, embora rosa e vermelho apareçam de vez em quando. A informação de que a tempestade foi a mais forte em duas décadas vem apenas do relato do cosmonauta, reproduzido pela Reuters. Não há medições científicas nem dados sobre efeitos em satélites ou comunicações.
Tempestades solares intensas podem afetar sistemas de satélites e de comunicações, por isso o Sol segue sendo acompanhado de perto. Resta saber se novas análises confirmarão a dimensão do evento descrita por quem o viu de cima.
O cosmonauta Sergei Kud-Sverchkov, da agência espacial russa Roscosmos, filmou a aurora boreal a partir da Estação Espacial Internacional, na terça-feira (19). As imagens mostram as luzes cintilando sobre a Terra, vistas de uma altura que nenhum observador no solo alcança.
O registro veio na esteira de uma forte tempestade solar, que lançou material em direção ao planeta. É esse material, composto por partículas carregadas em alta velocidade, que está na origem do fenômeno: ao colidirem com gases da atmosfera terrestre, as partículas produzem a luminosidade que se vê nas regiões próximas ao polo.
Kud-Sverchkov descreveu a experiência em seu canal no Telegram. Segundo ele, durante a tempestade solar mais forte em duas décadas havia muito brilho vermelho, e parecia que a tripulação estava literalmente navegando dentro daquela luz. O texto foi publicado em uma terça-feira, e a fonte original o data como dia 20, o que destoa da data da filmagem, o dia 19.
A cor vermelha citada pelo cosmonauta não é a mais comum. O tom habitual das auroras é o verde, mas rosa e vermelho também aparecem de vez em quando, o que torna o relato do cosmonauta um registro de um episódio fora do padrão mais frequente.
A informação sobre a intensidade da tempestade, a mais forte em duas décadas, vem do próprio relato do cosmonauta, reproduzido pela agência Reuters, que serviu de base para a reportagem. O material divulgado não traz medições científicas nem detalhes sobre efeitos em satélites ou comunicações.
O tema, porém, costuma ser acompanhado de perto: tempestades solares intensas podem afetar sistemas de satélites e de comunicações, e é por isso que o monitoramento do Sol segue contínuo. Fica a observar se novas análises confirmarão a dimensão do evento descrita por quem o viu de cima.
Citations marquantes
Durante a tempestade solar mais forte em duas décadas, havia muito brilho vermelho.— Sergei Kud-Sverchkov, cosmonauta da Roscosmos, no Telegram