No domingo 24 de janeiro de 2021, um avião particular caiu em Luzimangues, no Tocantins, levando consigo seis vidas: quatro jovens atletas que ainda não haviam tido a chance de estrear pelo Palmas Futebol e Regatas, o presidente do clube e o piloto da aeronave. Viajavam separados do restante da delegação por estarem no fim de um isolamento por Covid-19 — uma precaução que os colocou, tragicamente, num voo que não chegou ao destino. A tragédia não apenas enlutou famílias e um estado inteiro, mas deixou um clube sem liderança e sem jogadores que mal haviam começado a escrever suas histórias.
Conheça as seis vítimas do acidente aéreo com delegação do Palmas
Nenhum deles havia estreado ainda pelo clube
Por que esses quatro jogadores estavam viajando separados do resto da delegação?
Todos haviam testado positivo para Covid-19 e estavam no fim do isolamento. O clube decidiu transportá-los num voo particular em vez de incluí-los no deslocamento com o restante do elenco.
Mas a fonte não explica por que o presidente e o piloto também estavam naquele voo específico. Sabemos que viajavam juntos, mas não o motivo exato.
Esses jogadores eram experientes ou eram apostas novas do clube?
Eram recém-chegados em 2021 e nenhum havia estreado ainda. Mas tinham históricos — Guilherme Noé havia passado por 14 clubes desde 2013, Ranule tinha experiência em times cariocas. Não eram totalmente inexperientes.
Ainda assim, nenhum deles havia jogado uma partida sequer pelo Palmas. Eram promessas, não realizações.
Quem era Lucas Meira?
Empresário de 32 anos, natural de Goiânia, que morava em Palmas desde 2007. Tinha formação em Agronomia e havia tentado se candidatar a vice-prefeito em 2020.
A fonte menciona que ele desistiu da candidatura por processos judiciais em Goiânia, mas não detalha quais eram esses processos. Sabemos que havia envolvimento legal, mas não o quê.
E o piloto — tinha experiência?
Wagner Machado tinha 59 anos e amigos confirmaram que tinha anos de experiência como piloto.
Mas "anos de experiência" é vago. Não sabemos quantos anos exatamente, nem temos informações sobre o histórico de segurança da aeronave ou as condições do voo.
Como isso impactou o Palmas?
Perdeu quatro jogadores, seu presidente e o piloto. A estrutura do clube foi desarticulada de forma abrupta.
A fonte não detalha o que aconteceu depois — se o clube continuou operando, se houve substituição de liderança, como o futebol tocantinense reagiu. Sabemos que houve comoção, mas não vemos as consequências concretas.
Le Pouls
- Seis pessoas morreram quando um avião particular caiu numa pista privada em Luzimangues, distrito de Porto Nacional, no Tocantins.
- Os quatro atletas — todos com menos de 30 anos — viajavam isolados do grupo principal porque haviam testado positivo para Covid-19 e estavam encerrando o período de quarentena obrigatória.
- Nenhum dos jogadores havia estreado pelo Palmas: eram contratações recentes de 2021, e a queda os privou até mesmo de uma única partida com a camisa do clube.
- O presidente Lucas Meira, de 32 anos, e o piloto Wagner Machado, de 59, também morreram, deixando o clube sem sua principal liderança institucional.
- A tragédia gerou comoção imediata no Tocantins e colocou o Palmas numa crise simultânea — desportiva e administrativa — de difícil recuperação no curto prazo.
No domingo 24 de janeiro de 2021, um avião particular caiu em Luzimangues, no Tocantins, levando consigo seis vidas: quatro jovens atletas que ainda não haviam tido a chance de estrear pelo Palmas Futebol e Regatas, o presidente do clube e o piloto da aeronave. Viajavam separados do restante da delegação por estarem no fim de um isolamento por Covid-19 — uma precaução que os colocou, tragicamente, num voo que não chegou ao destino. A tragédia não apenas enlutou famílias e um estado inteiro, mas deixou um clube sem liderança e sem jogadores que mal haviam começado a escrever suas histórias.
Na tarde de domingo, 24 de janeiro de 2021, um avião particular caiu numa pista de pouso privada em Luzimangues, distrito de Porto Nacional, no Tocantins. A bordo estavam quatro atletas recém-contratados pelo Palmas Futebol e Regatas, o presidente do clube e o piloto. Nenhum sobreviveu.
Os jogadores — Lucas Praxedes (23), Guilherme Noé (28), Ranule (27) e Marcus Molinari (23) — viajavam separados da delegação principal porque haviam testado positivo para Covid-19 e estavam no fim do isolamento obrigatório. O clube optou por um voo particular para transportá-los. Nenhum deles havia estreado pelo Palmas; todos chegaram ao clube em 2021 e carregavam trajetórias construídas em equipes espalhadas pelo Brasil.
Marcus Molinari era filho do ex-atacante Marinho, que brilhou no Atlético-MG em 2006. Guilherme Noé havia passado por 14 clubes desde que saiu das categorias de base do Corinthians e do Internacional. Cada um tinha uma história própria — e nenhuma delas chegou a se cruzar com uma partida oficial pelo Palmas.
O presidente Lucas Meira tinha 32 anos, era empresário goiano radicado em Palmas desde 2007 e havia tentado a vida política em 2020. O piloto Wagner Machado, de 59 anos, era aviador experiente. Ambos também morreram na queda.
A tragédia deixou o Palmas sem presidente e sem quatro atletas que sequer chegaram a jogar. O impacto foi imediato: um clube desarticulado, um estado em luto e seis famílias diante de uma perda que nenhuma precaução sanitária poderia ter previsto.
Um avião particular caiu numa pista de pouso privada em Luzimangues, distrito de Porto Nacional, no Tocantins, no domingo 24 de janeiro de 2021, matando seis pessoas. A aeronave levava parte da delegação do Palmas Futebol e Regatas — quatro atletas recém-contratados, o presidente do clube e o piloto. Nenhum dos jogadores havia estreado ainda. A tragédia chocou o estado e deixou o clube desarticulado em sua estrutura.
Os quatro atletas a bordo eram Lucas Praxedes, lateral-esquerdo de 23 anos; Guilherme Noé, volante e zagueiro de 28 anos; Ranule, goleiro de 27 anos; e Marcus Molinari, atacante de 23 anos. Todos haviam sido contratados em 2021 e viajavam juntos naquele domingo porque testaram positivo para Covid-19 e estavam no fim do período de isolamento obrigatório. O clube optou por transportá-los em voo particular em vez de incluí-los no deslocamento com o restante da delegação.
Lucas Praxedes começou sua carreira no Inter de Limeira, passou por Capivariano e depois rodou por Marília, Botafogo-PB antes de chegar ao Palmas. Guilherme Noé tinha trajetória mais longa no futebol brasileiro — iniciou no Corinthians, passou pelas categorias de base do Internacional e, desde 2013, atuou por 14 equipes diferentes, incluindo Ipatinga e Tupi. Ranule começou no Democrata de Sete Lagoas e nos últimos anos havia jogado por clubes cariocas como Resende e Portuguesa-RJ. Marcus Molinari era filho do ex-atacante Marinho, que se destacou no Atlético-MG em 2006; o jovem havia passado pelo time sub-23 do Santos, Villa Nova-MG, Tupi e Ipatinga antes de chegar ao Palmas.
O presidente do clube, Lucas Meira, tinha 32 anos e era empresário natural de Goiânia. Morava em Palmas desde 2007, onde se formou em Agronomia. Em 2020, havia se candidatado a vice-prefeito de Palmas, mas desistiu da disputa por estar envolvido em processos judiciais em Goiânia. Meira estava no avião quando a aeronave caiu.
O piloto da aeronave era Wagner Machado, 59 anos, comandante com anos de experiência como aviador. Amigos informaram que ele tinha longa trajetória profissional na aviação. Machado também morreu no acidente.
A morte dos quatro atletas — todos com menos de 30 anos — e do presidente deixou o Palmas numa situação de crise institucional e desportiva. Os jogadores não haviam tido sequer a oportunidade de atuar pelo clube. O impacto foi imediato e profundo na estrutura da organização.
Citations marquantes
Os quatro atletas eram recém-chegados ao clube, nenhum deles havia estreado ainda— Palmas Futebol e Regatas
Ele tinha anos de experiência como piloto— Amigos de Wagner Machado