Há mais de seis décadas, a Avibras forjou foguetes e sistemas de defesa no coração da indústria brasileira — mas a pandemia, a falência e uma greve histórica de 1.280 dias quase a apagaram. Agora, ressurgida sob novo nome, ela aguarda que o Cade decida se o conglomerado J&F, dos irmãos Batista, poderá ser seu novo dono. A operação, cujo valor permanece em sigilo, representa tanto a redenção de uma empresa quanto a expansão silenciosa de um dos grupos empresariais mais poderosos do país para o setor de defesa nacional.
Compra da Avibras pelos irmãos Batista aguarda aprovação do Cade
Greve de 1.280 dias encerrada em março de 2026 com acordo de R$ 230 milhões em dívidas trabalhistas para cerca de 1.400 trabalhadores.