Em um momento em que o excesso de chamadas comerciais se tornou uma fonte de atrito cotidiano para milhões de brasileiros, a Claro anuncia medidas para proteger seus clientes do telemarketing indesejado, seguindo o caminho já trilhado pela Vivo. O gesto revela algo maior do que uma decisão corporativa isolada: é o reconhecimento, por parte das operadoras, de que a confiança do consumidor vale mais do que a tolerância ao abuso. Quando gigantes do setor começam a se mover na mesma direção, o mercado tende a redefinir seus padrões.