Em Xangai, entre 17 e 20 de julho de 2026, representantes de mais de cem países testemunharam o nascimento de uma nova instituição: a WAICO, primeira organização internacional dedicada exclusivamente à governança global da inteligência artificial. Vinte e nove nações, entre elas China e Brasil, assinaram o acordo fundador — um gesto que reflete a inquietação crescente do Sul Global diante de um futuro tecnológico moldado sem a sua voz. Como em outros momentos da história em que novas tecnologias redefiniram o poder, a questão central não é apenas quem desenvolve a IA, mas quem decide as regras