No cruzamento entre o poder corporativo e a vigilância democrática, David Ellison, CEO da Paramount Skydance, reafirma sua confiança numa fusão de US$ 111 bilhões com a Warner Bros. Discovery — mesmo diante de uma ação antitruste movida por doze estados americanos. A disputa, que provavelmente só será julgada em 2027, coloca em tensão a lógica da consolidação midiática e os limites que a lei impõe à concentração de poder no entretenimento. O mercado, como sempre, traduz a incerteza em números: as ações da Paramount recuaram 20% desde julho.