No coração de uma corrida tecnológica sem árbitro, Dario Amodei, presidente da Anthropic, admitiu publicamente que desacelerar a inteligência artificial é um desejo compartilhado por líderes do setor — mas que esbarra em algo mais antigo e resistente do que qualquer algoritmo: a desconfiança entre nações. A China, ao mesmo tempo em que propõe marcos globais de governança, representa o maior ponto de interrogação nessa equação. O que começou como um debate técnico sobre segurança de modelos avançados tornou-se, em questão de dias, uma questão de diplomacia entre as duas maiores potências do mun