Depois de uma década integrada a um dos maiores conglomerados globais de comunicação, a CDN Comunicação escolhe um caminho inverso ao da história recente do setor: retorna ao controle brasileiro. O movimento, catalisado pela reorganização interna do Omnicom após sua fusão com o Interpublic Group, revela que a autonomia local pode ser mais valiosa do que o abrigo de uma holding global — especialmente num momento em que velocidade, dados e inteligência artificial redefinem a competitividade. Com a agência Nova como nova sócia e Fábio Santos no comando, a CDN aposta que duas entidades menores e á