Em plena tarde de uma terça-feira em Belo Horizonte, o veículo de um jornal foi arrombado enquanto seus colaboradores almoçavam a poucos metros de distância — um lembrete de que a sensação de segurança e a segurança real raramente coincidem. O crime, ocorrido no estacionamento do restaurante Cantina da Nâna, no bairro Santa Maria, durou menos tempo do que uma refeição, e deixou para trás equipamentos roubados, uma fechadura danificada e perguntas sem resposta sobre câmeras que deveriam ter estado funcionando. A Polícia Civil instaurou inquérito e promete apuração célere, mas nenhum suspeito fo
Carro do O Tempo é arrombado em estacionamento de restaurante em BH
Em menos de 30 minutos, o carro foi arrombado
Por que esse roubo em particular merece atenção? É só mais um crime de oportunidade em Belo Horizonte.
Não é só isso. Um jornal tendo seu veículo e equipamentos roubados em um lugar que deveria ser seguro levanta questões sobre a confiabilidade dos espaços comerciais que frequentamos. E o fato de as câmeras não estarem funcionando não é um detalhe menor.
Verdade, mas precisamos ser claros: a gente sabe que um Uno estava lá porque uma testemunha viu. Não sabemos ainda se essa testemunha conseguirá identificar os ocupantes, ou se as imagens que a polícia tem são claras o suficiente para levar a uma prisão.
E quanto ao restaurante? Qual é a responsabilidade dele aqui?
Essa é a pergunta que o O Tempo fez, mas o Cantina da Nâna não respondeu. Não sabemos por que as câmeras estavam desligadas, se era manutenção, negligência ou falta de recursos.
Exatamente. O delegado prometeu investigação rápida, mas "rápida" é subjetivo. Pode significar dias ou semanas. Enquanto isso, não há suspeitos identificados ou presos.
Então o que muda agora?
A polícia tem material concreto: lista de equipamentos, imagens do veículo. Isso pode levar a pistas. Mas depende de quanto essas imagens mostram e se alguém reconhecer o carro.
E também depende de quanto recurso a polícia vai dedicar a isso. Um roubo em restaurante, sem vítimas feridas, pode não ser prioridade máxima.
El Pulso
- Em menos de trinta minutos, criminosos arrombaram o carro do jornal O Tempo e fugiram com equipamentos pela Via Expressa em direção ao centro de BH.
- A escolha do restaurante como local seguro revelou-se uma ilusão: as câmeras de segurança do Cantina da Nâna estavam inoperantes exatamente no momento do crime.
- Uma testemunha presente no restaurante identificou os suspeitos em um Uno branco e observou detalhes que podem ser cruciais para a investigação.
- A Polícia Civil recebeu a lista de equipamentos roubados e imagens do veículo suspeito, com o delegado Vinícius Costa prometendo apuração rápida.
- O restaurante, questionado sobre suas falhas de segurança, permanece em silêncio — e nenhuma prisão foi realizada até o momento.
Em plena tarde de uma terça-feira em Belo Horizonte, o veículo de um jornal foi arrombado enquanto seus colaboradores almoçavam a poucos metros de distância — um lembrete de que a sensação de segurança e a segurança real raramente coincidem. O crime, ocorrido no estacionamento do restaurante Cantina da Nâna, no bairro Santa Maria, durou menos tempo do que uma refeição, e deixou para trás equipamentos roubados, uma fechadura danificada e perguntas sem resposta sobre câmeras que deveriam ter estado funcionando. A Polícia Civil instaurou inquérito e promete apuração célere, mas nenhum suspeito foi preso até agora.
Um carro do jornal O Tempo foi arrombado numa tarde de terça-feira enquanto seus colaboradores almoçavam no restaurante Cantina da Nâna, no bairro Santa Maria, região Noroeste de Belo Horizonte. Em menos de trinta minutos, criminosos forçaram a entrada do veículo, levaram equipamentos e danificaram a fechadura de uma das portas.
Uma testemunha que estava no local viu tudo acontecer. Os suspeitos chegaram em um Uno branco estacionado numa rua lateral e, após o roubo, fugiram pela Via Expressa em direção ao centro da cidade. A testemunha chegou a notar um dos suspeitos mexendo na bolsa com os materiais roubados — um detalhe potencialmente valioso para a investigação.
Carlos Penido, coordenador técnico do O Tempo, revelou que havia escolhido o restaurante justamente por parecer um lugar seguro, com estacionamento próprio e ambiente fechado. A frustração foi dupla: além do roubo, descobriu-se que as câmeras de segurança do estabelecimento não estavam funcionando no momento do crime.
A Polícia Militar registrou boletim de ocorrência, e Penido prestou queixa na 1ª Delegacia do Barreiro, onde o delegado Vinícius Costa se comprometeu com uma investigação ágil. A Polícia Civil já recebeu a lista dos equipamentos roubados e imagens do veículo suspeito. Nenhuma prisão foi feita até agora, o inquérito segue aberto, e o Cantina da Nâna não respondeu aos questionamentos sobre suas falhas de segurança.
Um carro do jornal O Tempo foi arrombado em plena luz do dia, numa terça-feira à tarde, enquanto seus ocupantes almoçavam tranquilamente dentro de um restaurante que deveria ser seguro. O veículo estava estacionado no Cantina da Nâna, no bairro Santa Maria, região Noroeste de Belo Horizonte, quando criminosos forçaram a entrada e levaram equipamentos do interior. A fechadura de uma das portas foi danificada no processo. Tudo isso aconteceu em menos de trinta minutos — o tempo que levou para os colaboradores do jornal terminarem a refeição, trancarem o carro e acionarem o alarme.
Uma testemunha que estava no restaurante viu o crime acontecer. Segundo ela, os suspeitos chegaram em um Uno branco que estava estacionado em uma rua lateral, próxima ao estabelecimento. Depois de arrombar o veículo do O Tempo e retirar os equipamentos, o carro suspeito seguiu pela Via Expressa em direção ao centro de Belo Horizonte. A testemunha foi precisa o suficiente para notar o suspeito mexendo na bolsa que continha os materiais roubados — um detalhe que pode ajudar na identificação posterior.
Carlos Penido, coordenador técnico do O Tempo, não escondeu a frustração com o ocorrido. Ele havia escolhido o restaurante justamente porque era um estabelecimento fechado, com estacionamento próprio, características que normalmente indicam um lugar seguro. Mas a segurança que ele esperava não existia. As câmeras de segurança do Cantina da Nâna não estavam funcionando no momento do crime — um detalhe que torna a situação ainda mais preocupante para quem confia em um estabelecimento comercial para proteger seus bens.
A Polícia Militar foi acionada e registrou um boletim de ocorrência sobre o roubo. Penido também se dirigiu à 1ª Delegacia de Polícia Civil do Barreiro, onde conversou com o delegado Vinícius Costa. O delegado se comprometeu com uma investigação rápida do caso. A Polícia Civil já recebeu a lista completa dos equipamentos roubados e imagens do veículo suspeito, material que deve servir para localizar os responsáveis.
Até o momento, nenhuma prisão foi feita. A investigação segue em aberto, com a Polícia Civil tendo instaurado um inquérito para apurar os detalhes do crime. O restaurante Cantina da Nâna foi procurado pela reportagem para esclarecer quais medidas de segurança oferece aos clientes e por que suas câmeras não estavam operacionais, mas ainda não respondeu aos questionamentos.
Citas Notables
Um absurdo o que aconteceu. Parei para almoçar em um restaurante fechado e com estacionamento. Pressupõe que é um lugar seguro. Infelizmente, em menos de 30 minutos tivemos o carro arrombado.— Carlos Penido, coordenador técnico do O Tempo