Quando a terra hesita em entregar seus frutos, os mercados respondem com ansiedade. Na sexta-feira, os preços do café arábica atingiram suas máximas semanais na Bolsa de Nova York, impulsionados por estoques globais em queda, chuvas que perturbam a colheita brasileira e um dólar enfraquecido — forças que, juntas, lembram ao mundo o quanto a abundância do café é frágil e dependente do clima. O mercado, como sempre, antecipa o que a natureza ainda não decidiu.
Café dispara em NY e fecha semana nas máximas com temores sobre oferta
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