Na manhã de 3 de setembro de 2026, o Brasil cruzou um limiar que poucos países em desenvolvimento ousaram atravessar: um caça supersônico de dois lugares, concebido e construído com tecnologia nacional, ergueu-se pelos céus pela primeira vez. Mais do que um feito de engenharia, o voo inaugural é a expressão concreta de uma escolha soberana — a de investir em conhecimento próprio num campo onde a dependência externa tem sido historicamente a regra. Na longa narrativa das nações que buscam autonomia tecnológica, o Brasil acaba de escrever um capítulo novo.
Caça supersônico brasileiro de dois lugares realiza primeiro voo com tecnologia nacional
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