Matheus Cunha volta como titular, trazendo mobilidade ao ataque
Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil inicia sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 enfrentando Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey — um confronto que reúne duas seleções marcadas por expectativas distintas, mas igualmente carregadas de história. O encontro não é apenas o primeiro passo do Grupo C: é o momento em que projetos, lesões e escolhas táticas se traduzem em realidade dentro de campo. Para o Brasil, a estreia é sempre um rito de passagem; para Marrocos, uma chance de provar que o milagre do Catar não foi acidente.
- O Brasil chega ao jogo com desfalques forçados na defesa — Wesley cortado por lesão obrigou Ancelotti a reorganizar a lateral-direita com Danilo, alterando o plano original.
- Matheus Cunha retorna à titularidade no ataque, substituindo Igor Thiago numa aposta que pode definir o perfil ofensivo da Seleção ao longo do torneio.
- Marrocos perde dois jogadores importantes antes mesmo de entrar em campo: Nayef Aguerd e Abde Ezzalzouli foram cortados por lesão, abalando a estrutura defensiva e ofensiva da equipe.
- Achraf Hakimi surge como o principal trunfo marroquino, carregando sobre os ombros a responsabilidade de elevar o nível técnico de uma equipe já pressionada pelas ausências.
- A partida abre o Grupo C e estabelece o tom para ambas as seleções — uma derrota logo na estreia pode complicar seriamente a trajetória rumo às fases eliminatórias.
O Brasil entra em campo neste sábado, 13 de junho, para sua estreia na Copa do Mundo de 2026, diante de Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey. O jogo, marcado para as 19h (horário de Brasília), abre a primeira rodada do Grupo C e representa o primeiro teste real do projeto de Carlo Ancelotti à frente da Seleção.
O técnico italiano encerrou a preparação com treino na sexta-feira em Morristown e já definiu as principais mudanças no time. Na defesa, Danilo assume a lateral-direita após o corte de Wesley por lesão, enquanto Alex Sandro entra no lado esquerdo no lugar de Douglas Santos. Marquinhos e Gabriel Magalhães formam a dupla de zagueiros, com Alisson no gol. No meio, Casemiro e Bruno Guimarães atuam como volantes, com Lucas Paquetá mais adiantado. No ataque, o retorno de Matheus Cunha como centroavante titular — no lugar de Igor Thiago — é a mudança mais significativa, com Raphinha e Vinicius Júnior completando o trio.
Do outro lado, Marrocos chega ao torneio carregando a memória da campanha histórica no Catar, quando terminou em quarto lugar, mas enfrenta turbulências antes mesmo da estreia. O zagueiro Nayef Aguerd e o ponta Abde Ezzalzouli foram cortados por lesão durante os amistosos de junho, com Marwane Saâdane e Amine Sbaï convocados como substitutos. O lateral Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, permanece como o grande nome da equipe e símbolo das ambições marroquinas nesta Copa.
A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (13 de junho) para sua estreia na Copa do Mundo de 2026, enfrentando Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos. O confronto acontece às 19h (horário de Brasília) e marca o início da primeira rodada do Grupo C do torneio. Carlo Ancelotti, técnico italiano da equipe, finalizou os preparativos com o último treino na sexta-feira no Centro de Treinamento Columbia Park, em Morristown, e já sinalizou as principais mudanças que deve fazer em relação aos últimos compromissos.
Na defesa, o Brasil terá Danilo como titular na lateral-direita, posição que ficou vaga após o corte de Wesley por lesão. Do outro lado, Alex Sandro assume a lateral-esquerda no lugar de Douglas Santos. Ancelotti mantém a dupla de zagueiros com Marquinhos e Gabriel Magalhães, enquanto Alisson segue como goleiro. A linha defensiva, portanto, passa por ajustes que refletem as opções disponíveis para o técnico no momento.
No meio-campo, Lucas Paquetá deve atuar como meia ofensivo à frente dos volantes Casemiro e Bruno Guimarães, formação que oferece equilíbrio entre defesa e criação. No ataque, a mudança mais significativa é o retorno de Matheus Cunha como titular, ocupando a posição de centroavante no lugar de Igor Thiago. Raphinha e Vinicius Júnior completam o trio ofensivo. A escalação esperada coloca em campo: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Jr. e Matheus Cunha.
Marrocos chega ao torneio como quarto colocado da edição anterior, realizada no Catar, e busca repetir aquela campanha impressionante. Porém, a equipe comandada por Mohamed Ouahbi enfrenta desafios antes mesmo do confronto com o Brasil. O zagueiro Nayef Aguerd e o ponta Abde Ezzalzouli foram cortados da convocação após sofrerem lesões durante os amistosos da Data Fifa de junho. Marwane Saâdane e Amine Sbaï chegam como substitutos para preencher essas ausências.
O destaque técnico da Seleção Marroquina é Achraf Hakimi, lateral do Paris Saint-Germain, que traz experiência e qualidade defensiva para a equipe. A partida de sábado representa um teste importante para ambas as seleções no início de suas jornadas rumo ao título mundial.
Notable Quotes
Marrocos chega ao torneio na esperança de repetir a ótima campanha da edição do Catar— Contexto da preparação marroquina
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Por que Ancelotti fez essas mudanças específicas na defesa e no ataque?
Wesley saiu por lesão, então Danilo era a opção natural para a lateral-direita. No ataque, Matheus Cunha volta como titular porque oferece mais mobilidade e presença física que Igor Thiago — é uma escolha que reflete o que Ancelotti quer para esse jogo em particular.
Marrocos perdeu dois jogadores importantes por lesão. Isso muda o equilíbrio do confronto?
Sim, mas Marrocos ainda tem qualidade. Perder Aguerd na defesa dói, e Abde Ezzalzouli é criativo no ataque. Mas eles têm Hakimi, que é um jogador de classe mundial, e chegam aqui com a confiança de quem fez uma Copa do Mundo excelente há dois anos.
Como você avalia a formação do Brasil para esse jogo?
É equilibrada. Casemiro e Bruno Guimarães dão solidez defensiva, Lucas Paquetá traz criação, e o trio ofensivo com Raphinha e Vinicius tem velocidade e qualidade. É um time que não quer apenas vencer — quer controlar o jogo.
Qual é a pressão real sobre o Brasil nessa estreia?
É sempre grande em Copa do Mundo. O Brasil é favorito, tem um técnico experiente, mas Marrocos provou na edição anterior que pode competir com qualquer um. Uma derrota aqui não elimina ninguém, mas vitória dá confiança e controle do grupo.