Às vésperas de uma Copa do Mundo que se aproxima como horizonte inevitável, Brasil e França se encontram em Boston para um amistoso que é, ao mesmo tempo, ensaio e espelho — revelando fragilidades, ambições e o peso de uma rivalidade construída ao longo de décadas. A Seleção Brasileira chega marcada por ausências significativas, enquanto a França traz Mbappé perseguindo um recorde que pertence à memória viva do futebol europeu. Nesta quinta-feira, às 17h de Brasília, o campo fala antes que o torneio comece.
Brasil enfrenta França em amistoso de preparação para Copa 2026; veja onde assistir
A França consolidou-se como um obstáculo recorrente
Por que este amistoso importa tanto? É só um jogo de preparação.
Não é só preparação — é um dos últimos testes antes da Copa. E contra a França, que é historicamente um adversário muito difícil para o Brasil em Copas do Mundo.
Mas vale lembrar que nos dois últimos amistosos entre eles, o Brasil venceu. Então o histórico recente não é tão assustador quanto o histórico em Copas.
Entendi. E quanto aos desfalques? Marquinhos é capitão, certo?
Exato. Marquinhos é capitão e está fora. Além dele, são sete jogadores lesionados. Neymar nem foi convocado para esta data Fifa.
Sete desfalques é bastante, mas a gente precisa ser cuidadoso — a reportagem lista nove nomes no parágrafo de desfalques, não sete. Pode ser que alguns desses nomes se sobreponham ou que a contagem tenha um erro.
Ancelotti vai fazer muitas mudanças então?
Sim, sete mudanças na escalação em relação ao último jogo contra a Tunísia, em novembro.
Isso é quase metade do time. Mas também é verdade que amistosos permitem essas rotações — não é como se o Brasil estivesse entrando em um jogo decisivo com um time completamente desfalcado.
E Mbappé? Ouvi falar que ele está perto de um recorde.
Está a dois gols de igualar Olivier Giroud como maior artilheiro da França. Se marcar dois neste jogo, iguala o recorde.
Isso é um fato interessante, mas também é só uma coincidência de números. Não muda o resultado do jogo nem a preparação do Brasil para a Copa.
El Pulso
- O Brasil entra em campo com sete desfalques por lesão e sem Neymar convocado, expondo uma seleção em reconstrução às vésperas do maior torneio do mundo.
- A ausência do capitão Marquinhos aprofunda a incerteza defensiva, forçando Carlo Ancelotti a reformular quase completamente a equipe em relação ao último jogo.
- Do outro lado, a França chega praticamente completa e com Mbappé a dois gols de se tornar o maior artilheiro da história da seleção francesa, superando Giroud.
- O histórico geral favorece o Brasil com sete vitórias contra cinco, mas nas Copas do Mundo a França tem sido um algoz recorrente — eliminando a Canarinho em 1986, 1998 e 2006.
- O amistoso será transmitido pela TV Globo, GloboPlay, SporTV e GETV, garantindo amplo acesso ao torcedor brasileiro em múltiplas plataformas.
- O jogo funciona como termômetro real: o que for revelado em Boston moldará as últimas decisões táticas antes de 2026.
Às vésperas de uma Copa do Mundo que se aproxima como horizonte inevitável, Brasil e França se encontram em Boston para um amistoso que é, ao mesmo tempo, ensaio e espelho — revelando fragilidades, ambições e o peso de uma rivalidade construída ao longo de décadas. A Seleção Brasileira chega marcada por ausências significativas, enquanto a França traz Mbappé perseguindo um recorde que pertence à memória viva do futebol europeu. Nesta quinta-feira, às 17h de Brasília, o campo fala antes que o torneio comece.
A Seleção Brasileira enfrenta a França nesta quinta-feira, 26 de março, às 17h (horário de Brasília), em Boston, num confronto que serve de último grande teste antes da Copa do Mundo de 2026. A partida terá transmissão pela TV Globo, GloboPlay, SporTV e pelo canal GETV no YouTube.
O técnico Carlo Ancelotti chega ao duelo com um elenco bastante limitado. Sete jogadores estão fora por lesão — entre eles o capitão Marquinhos, Éder Militão, Rodrygo e Alisson —, e Neymar sequer foi convocado para a Data Fifa. Diante disso, Ancelotti deve promover sete mudanças na escalação em relação ao último jogo, disputado em novembro contra a Tunísia. A provável formação conta com Ederson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos; Martinelli, Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha.
A França, por sua vez, chega praticamente completa — apenas Jules Koundé fica fora por lesão. Mbappé lidera o ataque francês carregando uma motivação extra: está a dois gols de igualar Olivier Giroud como maior artilheiro da história da seleção francesa, com 57 tentos.
Este será o 16º encontro entre as duas seleções. No histórico geral, o Brasil leva vantagem com sete vitórias contra cinco da França e 27 gols marcados contra 20. Mas nas Copas do Mundo, o cenário é outro: os franceses eliminaram a Canarinho em 1986 (nos pênaltis), 1998 (3 a 0 na final) e 2006 (1 a 0 nas quartas). A única vitória brasileira em mundiais foi em 1958, quando o Brasil venceu por 5 a 2 na semifinal, na era Pelé. Nos dois amistosos mais recentes, porém, o Brasil saiu vencedor — um dado que alimenta a esperança antes do reencontro em Boston.
A Seleção Brasileira entra em campo nesta quinta-feira, 26 de março, às 17h no horário de Brasília, para enfrentar a França em Boston, num dos últimos testes antes da Copa do Mundo de 2026. O confronto será transmitido ao vivo pela TV Globo, GloboPlay, SporTV e pelo canal GETV no YouTube — opções que cobrem desde a televisão aberta até plataformas de streaming, garantindo que o torcedor tenha acesso à partida por diversos meios.
O técnico Carlo Ancelotti chega ao duelo com uma lista considerável de desfalques. Sete jogadores estão fora por lesão: Caio Henrique, Marquinhos, Éder Militão, Bruno Guimarães, Estêvão, Rodrygo, Alisson, Alex Sandro e Gabriel Magalhães. A ausência do capitão Marquinhos é particularmente significativa. Além disso, Neymar não foi sequer convocado para esta data Fifa, o que amplia ainda mais o vazio no elenco. Diante dessas limitações, Ancelotti deve fazer sete alterações na escalação em relação ao último jogo da Canarinho, que ocorreu em 11 de novembro contra a Tunísia.
A provável formação brasileira terá Ederson na meta; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos na defesa; Casemiro e Andrey Santos no meio; e Gabriel Martinelli, Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha no ataque. Do lado francês, apenas Jules Koundé fica de fora por lesão. A França apresentará Maignan no gol; Malo Gusto, Konaté, Upamecano e Theo Hernandez na defesa; Tchouaméni, Rabiot e Olise no meio; e Doué, Mbappé e Dembelé na frente.
O confronto marca o 16º encontro entre as duas seleções, e o Brasil leva uma ligeira vantagem no histórico geral: sete vitórias contra cinco da França, com quatro empates. No total de gols, os brasileiros também saem na frente com 27 marcados contra 20 dos europeus. Porém, quando o recorte é apenas as Copas do Mundo, o cenário muda drasticamente. A França consolidou-se como um obstáculo recorrente para a Canarinho nas últimas décadas. Os franceses venceram na final de 1998 por 3 a 0, eliminaram o Brasil nas quartas de final de 2006 por 1 a 0, e também o eliminaram nas quartas em 1986, quando o jogo terminou 1 a 1 e a França avançou nos pênaltis. A única vitória brasileira em Copas ocorreu em 1958, na semifinal, quando o Brasil venceu por 5 a 2 — um resultado que pertence à era Pelé.
Apesar do peso histórico francês em mundiais, os dois encontros mais recentes entre as seleções, ambos amistosos, foram favoráveis ao Brasil. Kylian Mbappé, o camisa 10 francês e atacante do Real Madrid, chega ao jogo com uma marca pessoal em vista. Ele está a apenas dois gols de igualar Olivier Giroud como o maior artilheiro da história da Seleção Francesa, com 57 gols. Este amistoso em Boston representa uma oportunidade para que Mbappé se aproxime desse recorde histórico enquanto a França se prepara para o torneio de 2026.
Citas Notables
O técnico italiano Carlo Ancelotti deve promover sete mudanças no time titular em comparação à equipe que entrou em campo diante da Tunísia em 11 de novembro— Reportagem sobre a escalação do Brasil