A menos de um ano da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira encontra na Croácia, em Orlando, não apenas um adversário de campo, mas um espelho de maturidade e continuidade — uma equipe que preserva treze sobreviventes do torneio anterior sob o mesmo treinador. Para Carlo Ancelotti, o amistoso desta terça-feira é menos uma batalha do que um laboratório: um espaço para costurar ausências, experimentar combinações e começar a desenhar, com traços ainda provisórios, o rosto da seleção que o Brasil levará ao mundo.
Brasil enfrenta Croácia em amistoso; veja onde assistir ao vivo nesta terça
Último teste antes da convocação final para o Mundial
Por que este amistoso é tão importante se faltam ainda meses para a Copa?
Porque é o último grande teste antes de Ancelotti fazer sua convocação final. Ele tem nove jogadores machucados, perdeu Raphinha e Wesley recentemente, e precisa testar alternativas. Este jogo mostra se as mudanças que ele está fazendo funcionam.
Mas convém lembrar que é um amistoso contra um time que não vence o Brasil há cinco jogos. Não é exatamente um teste de fogo.
Ancelotti está fazendo muitas mudanças na escalação. Isso é preocupante?
Não necessariamente. Ele está trazendo Marquinhos de volta, testando Bento no gol, e dando oportunidades a jogadores como Douglas Santos e Luiz Henrique. É experimentação controlada.
Verdade, mas também é um sinal de que ele ainda não tem uma formação consolidada. Nove desfalques é bastante, e isso limita o que ele pode realmente aprender com este jogo.
A Croácia parece ser um adversário fraco para este momento?
Tecnicamente, sim — o Brasil nunca perdeu para eles. Mas a Croácia mantém 13 jogadores da Copa 2022 e seu treinador. Modric, aos 40 anos, ainda joga no Milan. Não é um time para ignorar.
Exato. Mas o histórico é claro: três vitórias brasileiras, dois empates, zero derrotas. É difícil extrair muito aprendizado de um confronto tão desequilibrado.
El Pulso
- Nove desfalques por lesão e dois cortes de última hora — Wesley e Raphinha — chegam ao mesmo tempo, pressionando Ancelotti a reinventar o ataque e a defesa em um único jogo.
- A estreia de Bento no gol e a improvisação de Ibañez na lateral revelam uma equipe ainda em construção, onde cada escolha carrega o peso de uma possível vaga no Mundial.
- A Croácia chega como adversária incômoda: treze jogadores da Copa de 2022 e Modric, aos 40 anos, ainda em campo pelo Milan, lembram ao Brasil que experiência coletiva não se improvisa.
- O histórico favorece o verde-amarelo — três vitórias, dois empates e nenhuma derrota em cinco confrontos —, mas o resultado importa menos do que as respostas táticas que o jogo vai exigir.
- Após o apito final em Orlando, a convocação definitiva para 2026 começará a ganhar contornos reais, tornando cada minuto desta noite parte de uma seleção que ainda está sendo escrita.
A menos de um ano da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira encontra na Croácia, em Orlando, não apenas um adversário de campo, mas um espelho de maturidade e continuidade — uma equipe que preserva treze sobreviventes do torneio anterior sob o mesmo treinador. Para Carlo Ancelotti, o amistoso desta terça-feira é menos uma batalha do que um laboratório: um espaço para costurar ausências, experimentar combinações e começar a desenhar, com traços ainda provisórios, o rosto da seleção que o Brasil levará ao mundo.
A Seleção Brasileira entra em campo nesta terça-feira, 31 de março, no Camping World Stadium em Orlando, para enfrentar a Croácia em um amistoso que pode ser o último ensaio antes da convocação final para a Copa do Mundo de 2026. Às 21h, horário de Brasília, Carlo Ancelotti terá a chance de ajustar peças e observar combinações com o relógio do Mundial já correndo.
O técnico italiano chega ao jogo com um elenco remontado às pressas. Nove jogadores estão machucados, e Wesley e Raphinha foram cortados após a derrota para a França. No gol, Bento substitui Ederson. Na defesa, Marquinhos retorna recuperado de dores no quadril e forma dupla com Léo Pereira, enquanto Ibañez é improvisado na lateral-direita e Douglas Santos aparece na esquerda. No meio, Danilo, do Botafogo, joga ao lado de Casemiro. No ataque, Luiz Henrique e João Pedro preenchem as lacunas deixadas pelos cortados, com Matheus Cunha e Vinícius Júnior completando o setor.
Do outro lado, a Croácia apresenta uma identidade consolidada: treze jogadores que estiveram na Copa de 2022 retornam, incluindo Modric — agora com 40 anos e atuando pelo Milan — sob o comando do mesmo treinador, Zlatko Dalic. A continuidade croata contrasta com o processo de renovação brasileiro e coloca em perspectiva o desafio de Ancelotti.
Historicamente, o Brasil nunca perdeu para a Croácia: são três vitórias e dois empates em cinco jogos, com saldo de gols favorável de oito a três. Mas o resultado desta noite importa menos do que as perguntas que o jogo vai responder — sobre quem está pronto, quem pode surpreender e quem vai compor o grupo que representará o país em 2026. A transmissão é exclusiva dos canais Globo, disponível na TV aberta, no SporTV, no GloboPlay e no YouTube.
A Seleção Brasileira enfrenta a Croácia nesta terça-feira, 31 de março, em Orlando, nos Estados Unidos, para disputar o que pode ser seu último teste antes da convocação final para a Copa do Mundo de 2026. A partida acontece no Camping World Stadium às 21h, horário de Brasília, e marca um momento de ajustes e experimentação para o técnico Carlo Ancelotti, que segue montando o quebra-cabeça de sua equipe com menos de um ano para o torneio.
Ancelotti chega ao confronto com uma lista de desfalques considerável — nove jogadores machucados não foram convocados. Os dois cortes mais recentes vieram após a derrota para a França: Wesley e Raphinha deixam o elenco, forçando mudanças no ataque e na defesa. A volta de Marquinhos para a zaga, recuperado de dores no quadril que o afastaram do jogo anterior, é o reforço mais importante que o treinador conseguiu para esta rodada. Com essas peças, o técnico italiano promove uma reformulação significativa em sua escalação.
No gol, Bento entra no lugar de Ederson em um revezamento entre os goleiros. A defesa sofre três alterações: Ibañez é improvisado na lateral-direita, Marquinhos forma dupla de zaga com Léo Pereira, e Douglas Santos ganha nova oportunidade na lateral-esquerda. O meio de campo também muda, com Danilo, do Botafogo, ao lado de Casemiro. No ataque, Luiz Henrique assume a ponta-direita pela ausência de Raphinha, enquanto João Pedro entra no lugar de Martinelli. A escalação provável do Brasil sai assim: Bento; Ibañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Vinícius Júnior e João Pedro.
Do outro lado, a Croácia mantém a estrutura que a levou à Copa de 2022. Treze jogadores que estiveram naquele torneio retornam para este amistoso: Livakovic, Modric, Vlasic, Perisic, Pasalic, Sucic, Stanisic, Sutalo, Majer, Kramaric, Budimir, Jakic e Erlic. O treinador Zlatko Dalic permanece no comando. Modric, agora aos 40 anos e jogando pelo Milan, segue como destaque da equipe. A provável escalação croata é: Livakovic; Erlic, Vuskovic, Pongracic; Stanisic, Modric, P. Sucic, Perisic; Mario Pasalic, Kramaric e Baturina.
Historicamente, o Brasil domina o confronto direto. Em cinco partidas, venceu três, empatou duas — incluindo o jogo de 2022 — e nunca perdeu. O saldo de gols também favorece os brasileiros: oito marcados contra três sofridos. Este amistoso, portanto, oferece a Ancelotti a chance de testar variações táticas e dar ritmo a jogadores que podem ser peças importantes na Copa de 2026, enquanto a Croácia busca manter sua consistência e competitividade.
A transmissão é exclusiva dos canais Globo. Os interessados podem acompanhar pela TV Globo (canal aberto), SporTV (canal fechado), GloboPlay (streaming) ou GETV no YouTube. O jogo marca um ponto de inflexão na preparação brasileira — após este teste, a convocação final para o Mundial começará a ganhar forma.
Citas Notables
Marquinhos retorna após dores no quadril que o afastaram do jogo anterior contra a França— Informação da convocação de Ancelotti