Em plena convenção partidária, o PL exibiu um vídeo gerado por inteligência artificial que recriava a imagem e a voz de Jair Bolsonaro — preso por ordem do STF — para endossar a candidatura de seu filho Flávio. O jurista Kakay vê no episódio não uma provocação isolada, mas um padrão deliberado de erosão da autoridade judicial que coloca em risco a própria estabilidade democrática. Quando as instituições são desafiadas dessa forma, a questão que permanece não é apenas sobre um vídeo, mas sobre a capacidade do Estado de direito de sustentar sua própria legitimidade.