Bahia inicia emissão de Carteira de Identidade Nacional em cartão de policarbonato

um documento mais resistente para quem desejar
O diretor da polícia técnica explicou a proposta do cartão de policarbonato como uma opção adicional.
Mark

Por que a Bahia decidiu oferecer essa opção em policarbonato agora? Há uma demanda específica?

Mimi

O anúncio foi feito durante a inauguração de um complexo policial, então parece estar alinhado com modernizações mais amplas na segurança pública. Mas o documento em si é uma iniciativa federal — a CIN é nacional. A Bahia está apenas oferecendo uma variação que outros estados também podem oferecer.

Luke

Exatamente. Isso não é exclusividade baiana. E importante: a reportagem não explica por que essa taxa específica de R$ 91,72. Quem define o preço? É custo de produção, margem administrativa, ou há uma tabela federal?

Mark

Boa pergunta. E quanto à adoção? Quantas pessoas já escolheram o cartão em vez do papel?

Mimi

A reportagem não fornece esse número. Sabemos que 4 milhões de CINs foram emitidas na Bahia, mas não há informação sobre quantas foram em policarbonato.

Luke

Isso é um vazio importante. Se a taxa é cara — R$ 91,72 é significativo para muita gente — e poucos estão escolhendo, a história muda. Se muitos estão pagando, muda de novo.

Mark

O cartão é realmente mais seguro contra fraudes, ou é mais um marketing?

Mimi

A reportagem cita que é mais resistente a rasgos, umidade e fraudes. Mas não há detalhes técnicos sobre como exatamente o policarbonato impede falsificação melhor que papel com recursos de segurança.

Luke

Sim. "Mais resistente a fraudes" é uma afirmação que precisa de substância. Qual é o mecanismo? É a impressão a laser? É a estrutura do material? Sem isso, é apenas um argumento de venda.

Mark

E quanto aos dados de saúde inclusos? Isso não levanta questões de privacidade?

Mimi

A reportagem menciona que é possível incluir essas informações, mas não aborda preocupações de segurança de dados ou consentimento.

Luke

Exatamente. Centralizar informações de saúde sensíveis em um documento físico que circula — quem tem acesso? Como é protegido? Essas perguntas não foram feitas.

  • A Bahia lança versão premium da identidade nacional em cartão de policarbonato, com impressão a laser interna e resistência comparável à de passaportes internacionais.
  • A taxa de R$ 91,72 gera uma divisão simbólica: quem pode pagar leva um documento mais robusto, enquanto a versão gratuita em papel permanece acessível a todos.
  • O estado já emitiu cerca de 4 milhões de documentos CIN e se consolida como o segundo maior emissor do Brasil, demonstrando capacidade operacional para absorver a nova modalidade.
  • O novo documento unifica CPF, CNH, título de eleitor, dados de saúde e informações sobre deficiências em um único cartão, reduzindo a fragmentação documental do cidadão.

Em um momento em que os Estados buscam modernizar a relação entre cidadão e documento, a Bahia deu um passo simbólico ao inaugurar a emissão da Carteira de Identidade Nacional em policarbonato — um material que aproxima o simples RG dos padrões internacionais de passaportes. A novidade, anunciada em Salvador na abertura do Complexo Policial de Nazaré, não substitui a versão gratuita em papel, mas oferece, por R$ 91,72, uma escolha de maior durabilidade e resistência a fraudes. É a afirmação de que identidade, além de direito, pode também ser uma questão de permanência.

A Bahia anunciou nesta semana a emissão da Carteira de Identidade Nacional em formato de cartão de policarbonato, durante a inauguração do Complexo Policial de Nazaré, em Salvador. A versão padrão do documento continua gratuita, mas quem optar pelo cartão rígido pagará uma taxa de R$ 91,72.

O policarbonato é um plástico resistente com impressão interna a laser, que dificulta falsificações e suporta melhor umidade e desgaste — características próximas às de passaportes e cartões de crédito. Osvaldo Silva, diretor-geral do Departamento de Polícia Técnica, descreveu a novidade como uma opção adicional para cidadãos que desejam maior robustez, sem eliminar o acesso gratuito ao documento convencional.

A decisão de cobrar pela versão premium é prerrogativa de cada estado. A Bahia chega a esse passo já posicionada como o segundo maior emissor de CIN do país, com cerca de 4 milhões de documentos emitidos. A versão em papel segue disponível sem custo e com as mesmas informações.

O novo documento concentra em um único suporte dados antes espalhados por múltiplos papéis: CPF como número central, além de CNH, carteira de trabalho, título de eleitor e certificado militar. No campo de saúde, é possível registrar condições como Transtorno do Espectro Autista, deficiências sensoriais e físicas, tipo sanguíneo, fator RH e opção de doação de órgãos — tornando o documento uma ferramenta verdadeiramente multifuncional.

A Bahia começou a oferecer nesta semana uma versão aprimorada de seu documento de identidade: a Carteira de Identidade Nacional impressa em cartão de policarbonato. O anúncio foi feito na quarta-feira, 10 de junho, durante a inauguração do Complexo Policial de Nazaré, em Salvador, pelo Governo do Estado. Enquanto a emissão padrão do documento permanece gratuita, quem optar pelo cartão de policarbonato pagará uma taxa de R$ 91,72 no momento da solicitação.

O material escolhido para esta versão premium é um plástico rígido com impressão interna a laser, características que o tornam significativamente mais durável que o papel. O cartão resiste melhor a rasgos, umidade e tentativas de falsificação, aproximando-se dos padrões internacionais usados em passaportes e cartões de crédito. Osvaldo Silva, diretor-geral do Departamento de Polícia Técnica, explicou que a opção representa uma escolha adicional para cidadãos que desejam um documento mais robusto. "Embora a primeira via seja gratuita, se o cidadão optar pelo cartão, ainda assim será cobrada a taxa. Esta é mais uma opção disponibilizada pelo Instituto Pedro Mello para quem desejar um documento mais resistente", afirmou.

A decisão de cobrar pela versão em policarbonato é prerrogativa de cada estado. Na Bahia, a implementação ocorre em um contexto de liderança nacional na emissão da nova Carteira de Identidade Nacional. O estado já emitiu aproximadamente 4 milhões de documentos, posicionando-se como o segundo maior emissor do país. A versão em papel continua disponível sem custo adicional, mantendo a mesma estrutura de informações da versão em cartão.

O novo documento unifica dados que antes eram dispersos em múltiplos papéis. O número único é o CPF, mas o cidadão pode incluir informações como Carteira Nacional de Habilitação, carteira de trabalho, título de eleitor, certificado militar e dados de saúde. Neste último campo, é possível registrar condições como Transtorno do Espectro Autista, deficiências auditivas, físicas, visuais e intelectuais. O documento também permite indicar grupo sanguíneo, fator RH e a opção de ser doador de órgãos. A flexibilidade na inclusão de informações reflete uma tentativa de criar um documento verdadeiramente multifuncional, reduzindo a necessidade de carregar múltiplas carteiras e papéis.

Embora a primeira via seja gratuita, se o cidadão optar pelo cartão, ainda assim será cobrada a taxa. Esta é mais uma opção disponibilizada pelo Instituto Pedro Mello para quem desejar um documento mais resistente
— Osvaldo Silva, diretor-geral do Departamento de Polícia Técnica
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