Na Arena Fonte Nova, dois destinos opostos se encontram numa segunda-feira de setembro: o Bahia, em plena ascensão e a dois passos do G-4, recebe um Remo agonizante na tabela, mas que carrega o paradoxo de ter vencido todos os confrontos entre as equipes em 2026. O futebol, como sempre, lembra que a crise e a confiança raramente seguem a lógica dos números.
Bahia busca G-4 contra Remo na luta pelo rebaixamento
O Remo nunca havia vencido o Bahia antes de 2026
Por que o Bahia está tão perto do G-4 mas ainda não conseguiu entrar? Parece que dez partidas sem derrota deveria ser suficiente.
Porque o campeonato é competitivo demais. O Bahia tem 43 pontos, mas Athletico e Fluminense têm 45. A diferença é pequena, e todos estão ganhando. O Tricolor precisa vencer e torcer.
Mas espera — o Bahia pode alcançar a terceira colocação se vencer e outras coisas acontecerem? Isso significa que a terceira colocação também está a apenas dois pontos de distância?
Exatamente. A competição está muito apertada no topo. Qualquer tropeço te deixa para trás.
E o Remo? Como um time que está caindo conseguiu vencer o Bahia três vezes em 2026?
É uma anomalia completa. O Remo nunca tinha vencido o Bahia antes deste ano. Agora tem três vitórias, incluindo uma goleada de 4 a 1 no Brasileirão. Mas fora isso, o time está em colapso.
Então o Remo é bom contra o Bahia especificamente, mas ruim contra todo mundo mais? Isso é estranho. Será que é coincidência ou há algo tático?
A fonte não explica isso. Só relata os resultados. Mas é verdade que o Remo não vence há oito partidas no geral.
Oito partidas? Quanto tempo é isso?
A última vitória foi em 26 de julho, contra o Vitória. Estamos em setembro. Mais de um mês.
E como visitante? A fonte diz que o Remo tem apenas duas vitórias em 13 partidas fora de casa. Isso é 15% de aproveitamento.
Então o Remo vem para Salvador em péssima forma, mas com histórico perfeito contra o Bahia. É um jogo imprevisível.
Completamente. E o Bahia precisa vencer para manter vivo o sonho do G-4.
Il Polso
- O Bahia chega embalado por dez jogos sem derrota e três vitórias seguidas, mas depende de tropeços alheios para finalmente entrar no G-4 — a vitória é obrigatória, mas não é suficiente.
- O Remo está há mais de um mês sem vencer e acumula oito jogos sem triunfo, preso na zona de rebaixamento com apenas dois pontos de vantagem sobre o lanterna.
- O paradoxo que tensiona o duelo: os paraenses venceram os três confrontos contra o Bahia em 2026, incluindo duas goleadas na Copa do Brasil e uma no Brasileirão.
- Rogério Ceni perde Erick por suspensão e escala Jean Lucas em seu lugar, enquanto o Remo também enfrenta desfalques com Marcelinho e Edson Fernando fora por punição.
- A partida, transmitida exclusivamente pelo Premiere às 20h, é ao mesmo tempo uma corrida por uma vaga entre os quatro primeiros e uma batalha pela sobrevivência na elite do futebol brasileiro.
Na Arena Fonte Nova, dois destinos opostos se encontram numa segunda-feira de setembro: o Bahia, em plena ascensão e a dois passos do G-4, recebe um Remo agonizante na tabela, mas que carrega o paradoxo de ter vencido todos os confrontos entre as equipes em 2026. O futebol, como sempre, lembra que a crise e a confiança raramente seguem a lógica dos números.
Na noite desta segunda-feira, o Bahia entra em campo na Arena Fonte Nova com uma missão dupla: vencer o Remo e torcer por tropeços de Athletico e Fluminense para alcançar o G-4 do Brasileirão. O Tricolor chega em seu melhor momento na competição — dez partidas sem derrota, três vitórias consecutivas e 43 pontos, a apenas dois do quarto colocado. Na rodada anterior, virou sobre o RB Bragantino por 3 a 2, alimentando a confiança para o confronto desta noite.
Do outro lado, o Remo vive uma realidade oposta. Com 23 pontos e oito jogos sem vencer, o time paraense está preso na zona de rebaixamento, apenas dois pontos à frente do lanterna Chapecoense. Sua campanha fora de casa é alarmante: em 13 partidas como visitante, somou apenas nove pontos, com duas vitórias e oito derrotas. A última vez que o Remo venceu foi em 26 de julho, contra o Vitória.
O que torna este duelo desconcertante é o retrospecto recente entre as equipes. Em 2026, o Remo venceu os três confrontos contra o Bahia — eliminou o Tricolor na Copa do Brasil com placar agregado de 5 a 2 e goleou por 4 a 1 no Brasileirão. Um histórico que contrasta brutalmente com a crise geral do time paraense e que adiciona um tempero especial à partida.
Nas escalações, Rogério Ceni tem apenas uma baixa confirmada: Erick, suspenso, dá lugar a Jean Lucas. Mateo Sanabria, que era dúvida por lesão, treinou normalmente e está disponível. O técnico Léo Condé, pelo lado do Remo, perde Marcelinho e Edson Fernando por suspensão, com Matheus Alexandre assumindo a lateral direita e Yago Pikachu entre os titulares. A bola rola às 20h, com transmissão exclusiva pelo Premiere.
Na noite desta segunda-feira, o Bahia entra em campo na Arena Fonte Nova com uma missão clara: vencer o Remo e torcer por tropeços alheios para finalmente alcançar o G-4 do Campeonato Brasileiro. A partida, válida pela 27ª rodada, coloca frente a frente dois times em situações radicalmente diferentes. De um lado, o Tricolor chega embalado, com três vitórias consecutivas e dez partidas sem derrota na competição. Do outro, o Remo luta pela sobrevivência, preso na zona de rebaixamento com apenas 23 pontos e uma sequência assustadora de oito jogos sem vencer.
O Bahia iniciou a rodada em quinto lugar com 43 pontos, a apenas dois de distância do Fluminense e do Athletico, que ocupam a quarta colocação. Para o técnico Rogério Ceni, a matemática é simples mas exigente: vencer o Remo é obrigatório, mas não é suficiente. O time baiano precisará contar com derrotas simultâneas de Athletico e Fluminense para entrar no G-4. Se a combinação de resultados for favorável, o Bahia pode até alcançar a terceira colocação. Na rodada anterior, o Tricolor fez uma virada impressionante contra o RB Bragantino, vencendo por 3 a 2, o que alimenta a confiança para o confronto desta noite.
Mas há um tempero especial neste duelo. O Remo, apesar de sua situação desesperadora no campeonato, chega a Salvador com um retrospecto perfeito contra o Bahia em 2026. Os paraenses venceram todos os três encontros entre as equipes nesta temporada. Na Copa do Brasil, eliminaram o Tricolor de forma convincente: 3 a 1 na Arena Fonte Nova e 2 a 1 em Belém. No Brasileirão, golearam o Bahia por 4 a 1 no Mangueirão. É um histórico que contrasta brutalmente com o desempenho geral do time paraense, que não vence há mais de um mês e está apenas dois pontos à frente da Chapecoense, lanterna da competição.
Rogério Ceni terá apenas uma baixa confirmada entre os titulares: Erick, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, será substituído por Jean Lucas. O goleiro Léo Vieira continua fora, enquanto Mateo Sanabria, que era dúvida por lesão no joelho, treinou normalmente e está disponível. O volante Lautaro López, recém-contratado, participou pela primeira vez das atividades com o elenco e pode ser relacionado. Do lado do Remo, o técnico Léo Condé enfrenta duas ausências: o lateral-direito Marcelinho está suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e Edson Fernando foi expulso após o apito final da partida contra o Flamengo. Matheus Alexandre deve assumir a lateral direita, com Yago Pikachu entre os titulares.
A campanha do Remo fora de casa é particularmente preocupante. Em 13 partidas como visitante, o time paraense conquistou apenas duas vitórias, três empates e oito derrotas, acumulando apenas nove pontos longe do Mangueirão. A última vitória do Remo aconteceu em 26 de julho, contra o Vitória, há mais de um mês. Na rodada anterior, perdeu por 1 a 0 para o Flamengo, aprofundando a crise. Historicamente, antes de 2026, o Remo jamais havia vencido o Bahia em competições oficiais, o que torna sua sequência atual de três triunfos ainda mais notável e desconcertante.
A partida será transmitida exclusivamente pelo Premiere em pay-per-view, com início marcado para as 20h. Para o Bahia, é uma oportunidade de manter o ritmo e pressionar os times à sua frente. Para o Remo, é uma chance de respirar na luta contra o rebaixamento, mesmo que tudo indique que o time paraense segue em queda livre. O que torna este confronto particularmente interessante é justamente essa contradição: um time em ascensão enfrenta um time que, apesar de sua crise, sabe exatamente como derrotar seu adversário.
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O Remo chega a Salvador com retrospecto perfeito contra o Bahia na temporada, apesar de sua situação desesperadora no campeonato— Análise da situação das equipes