Há 66 milhões de anos, um asteroide não apenas golpeou a Terra — ele reescreveu as condições de sobrevivência para quase toda a vida no planeta. Um novo estudo liderado pela Universidade Purdue revela, com precisão inédita, que partículas de silicato lançadas pelo impacto funcionaram como um cobertor térmico, refletindo calor de volta à superfície e gerando tempestades de fogo capazes de matar dinossauros em horas. A ciência avança em sua leitura desse momento-limite da história da vida, ainda que perguntas sobre a extensão global da catástrofe permaneçam abertas.