Cinco meses depois de uma guerra que se previa breve, os Estados Unidos confrontam-se com uma verdade incómoda que atravessa gerações de estratégia militar: os arsenais não são infinitos, e o tempo necessário para os reconstituir é muito maior do que o tempo necessário para os esgotar. O que começou como um conflito no Médio Oriente tornou-se uma equação global, onde a escassez de mísseis americanos ressoa nos campos de batalha da Ucrânia, nas alianças da Ásia e nos cálculos silenciosos de Moscovo e Pequim.
Arsenais americanos encolhem enquanto Rússia e China monitorizam a vulnerabilidade dos EUA
Pelo menos 17 pessoas morreram num ataque russo à Ucrânia quando intercetores Patriot não estavam disponíveis devido ao seu consumo na guerra iraniana.