Num momento em que os computadores pessoais se tornam palcos da inteligência artificial, a Apple renovou seus notebooks com o MacBook Air M5 e os novos MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max. A empresa aposta que o trabalho mais exigente, especialmente o que roda modelos de IA diretamente no aparelho, deve acontecer no próprio computador e não apenas na nuvem. A novidade chega aos Estados Unidos com pré-venda a partir de 4 de março e lojas a partir de 11 de março, enquanto no Brasil ainda não há data confirmada para as vendas. Como em todo lançamento, os números de desempenho vêm da própria fabricant
Apple lança MacBook Air com M5 e MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, com foco em IA local
No Brasil, o site da Apple ainda diz: “Confira em breve a disponibilidade”
Qual é a ideia central desses lançamentos?
Levar a IA para dentro do notebook. Cada núcleo de GPU, no Air e no Pro, ganha um Neural Accelerator, e a Apple usa isso como argumento principal.
E o que muda de mais concreto para quem compra o Air?
O armazenamento inicial dobrou, para 512 GB, o SSD ficou até duas vezes mais rápido e entrou o Wi-Fi 7.
Vale lembrar que os ganhos de “quatro vezes”, “até 9,5 vezes” ou “até oito vezes” são todos números da própria Apple. A reportagem não traz testes independentes.
E no Pro?
O M5 Max aceita até 128 GB de memória unificada e 614 GB/s de largura de banda, além de 2 TB de armazenamento padrão. É um perfil de quem roda modelos de IA pesados.
Note também o “até”: as comparações mudam de base. Ora é contra o M4, ora contra o M1. Nem sempre dá para comparar uma com a outra.
E os preços no Brasil?
O Air de 13 polegadas começa em R$ 13.999, e o Pro de 14 polegadas com M5 Max, em R$ 44.999. Há tabela menor para educação.
Mas ainda não sabemos quando esses modelos chegam às lojas brasileiras. O site da Apple só diz “Confira em breve a disponibilidade”.
O Pulso
- A Apple lança MacBook Air com M5 e MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, todos com foco em inteligência artificial local.
- O Air parte de 512 GB de armazenamento, o dobro da geração anterior, com SSD até duas vezes mais rápido segundo a própria empresa.
- No Brasil, o Air de 13 polegadas começa em R$ 13.999 e o Pro de 14 polegadas com M5 Pro, em R$ 26.999, com preços educacionais menores.
- A pré-venda abre em 4 de março e as lojas recebem os aparelhos em 11 de março nos EUA, mas o site brasileiro ainda mostra apenas 'disponibilidade em breve'.
Num momento em que os computadores pessoais se tornam palcos da inteligência artificial, a Apple renovou seus notebooks com o MacBook Air M5 e os novos MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max. A empresa aposta que o trabalho mais exigente, especialmente o que roda modelos de IA diretamente no aparelho, deve acontecer no próprio computador e não apenas na nuvem. A novidade chega aos Estados Unidos com pré-venda a partir de 4 de março e lojas a partir de 11 de março, enquanto no Brasil ainda não há data confirmada para as vendas. Como em todo lançamento, os números de desempenho vêm da própria fabricante e aguardam a prova do uso cotidiano.
A Apple apresentou nesta terça-feira, 3 de março de 2026, uma renovação de sua linha de notebooks, reunindo um novo MacBook Air com chip M5 e os MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max. O fio que une tudo, segundo a empresa, é o desempenho para tarefas de inteligência artificial feitas diretamente no aparelho, somado a mudanças de armazenamento, conectividade e configuração de fábrica.
No Air, o M5 traz CPU de 10 núcleos e GPU de até 10 núcleos, cada um com um acelerador neural. A Apple afirma que ele é até quatro vezes mais rápido em IA que o modelo com M4. O armazenamento inicial dobrou para 512 GB, e o novo SSD é até duas vezes mais veloz. O design fino e sem ventoinha foi mantido, com bateria de até 18 horas e Wi-Fi 7.
Na linha profissional, os chips M5 Pro e M5 Max usam a arquitetura Fusion, que conecta duas matrizes em um só chip. O M5 Max chega a 40 núcleos de GPU e 128 GB de memória unificada, enquanto o M5 Pro suporta até 64 GB. A empresa destaca geração de imagens por IA até oito vezes mais rápida que nos modelos com M1 e bateria de até 24 horas.
No Brasil, os preços começam em R$ 13.999 para o Air de 13 polegadas e em R$ 26.999 para o Pro de 14 polegadas com M5 Pro, com versões educacionais mais baratas. Nos Estados Unidos, a pré-venda começa em 4 de março e as lojas recebem os aparelhos em 11 de março. Por aqui, a Apple ainda não confirmou quando as vendas começam.
A Apple anunciou nesta terça-feira, 3 de março de 2026, a atualização de sua linha de notebooks: um novo MacBook Air com chip M5 e novos MacBook Pro com os processadores M5 Pro e M5 Max. O fio condutor, segundo a empresa, é o desempenho local em tarefas de inteligência artificial, acompanhado de mudanças em armazenamento, conectividade e configurações de fábrica.
O MacBook Air traz o M5, com CPU de 10 núcleos e GPU de até 10 núcleos, cada um com um Neural Accelerator. A Apple afirma que o aparelho é até quatro vezes mais rápido em tarefas de IA do que o Air com M4 e até 9,5 vezes mais rápido do que os modelos com M1. Todos os números de desempenho citados aqui são da própria fabricante.
O armazenamento inicial dobrou para 512 GB, com opção de até 4 TB. O novo SSD tem leitura e gravação até duas vezes mais rápidas que as do modelo anterior, e a memória unificada chega a 153 GB/s de largura de banda, 28% acima do M4. O design em alumínio, fino e sem ventoinha, foi mantido, nas versões de 13,6 e 15,3 polegadas, com tela Liquid Retina de até 500 nits. A bateria dura até 18 horas, segundo a Apple. Há duas portas Thunderbolt 4, suporte a dois monitores externos, MagSafe, Wi-Fi 7 e Bluetooth 6 pelo chip N1, câmera Center Stage de 12 MP, três microfones e som com Áudio Espacial e Dolby Atmos.
No Brasil, o Air de 13 polegadas começa em R$ 13.999 (R$ 12.699 para educação) e o de 15 polegadas, em R$ 15.999 (R$ 14.799 na tabela educacional). As cores são azul-céu, meia-noite, estelar e prateado.
Na linha profissional, os MacBook Pro de 14 e 16 polegadas recebem os chips M5 Pro e M5 Max, construídos na arquitetura Fusion, que conecta duas matrizes em um único sistema em um chip. A CPU chega a 18 núcleos, com seis supernúcleos e 12 núcleos de desempenho, e ganho de até 30% em cargas profissionais, de acordo com a empresa. A GPU tem até 20 núcleos no M5 Pro e até 40 no M5 Max, todos com Neural Accelerator. A Apple fala em processamento de prompts de modelos de linguagem até quatro vezes mais rápido que na geração anterior, geração de imagens por IA até oito vezes mais rápida que nos modelos com M1 e avanço de até 35% em traçado de raios sobre os chips Pro anteriores. O Neural Engine tem 16 núcleos, e o mecanismo de mídia aceita H.264, HEVC, AV1 e ProRes.
O M5 Pro suporta até 64 GB de memória unificada, com até 307 GB/s; o M5 Max, até 128 GB, com até 614 GB/s. O SSD é até duas vezes mais rápido que o anterior, com até 14,5 GB/s, e o armazenamento padrão sobe para 1 TB com M5 Pro e 2 TB com M5 Max. A tela é Liquid Retina XDR, com até 1.600 nits em HDR e opção de vidro nano-texture, e a bateria chega a 24 horas. As conexões incluem três portas Thunderbolt 5, HDMI com suporte a 8K, leitor SDXC e MagSafe 3, com até dois monitores externos no M5 Pro e até quatro no M5 Max. Também há Wi-Fi 7, Bluetooth 6, câmera de 12 MP, microfones de qualidade de estúdio e seis alto-falantes.
Os preços brasileiros: o Pro de 14 polegadas com M5 Pro parte de R$ 26.999 (R$ 25.199 para educação) e o de 16 polegadas, de R$ 33.999 (R$ 31.499). Com M5 Max, o de 14 polegadas começa em R$ 44.999 (R$ 41.199) e o de 16, em R$ 47.999 (R$ 44.299). As cores são preto-espacial e prateado.
A pré-venda começa em 4 de março em 33 países e regiões, incluindo os Estados Unidos, com chegada às lojas em 11 de março. No site brasileiro da Apple, os dois modelos aparecem com a mensagem “Confira em breve a disponibilidade”, e não há data confirmada para o início das vendas no país.
Citações Notáveis
O MacBook Air com M5 é até quatro vezes mais rápido em tarefas de IA do que o modelo com M4.— Apple (afirmação da empresa)