Em dezembro de 2025, Carlo Ancelotti se debruçou sobre o sorteio que definiu o caminho do Brasil na Copa do Mundo — um grupo composto por Marrocos, Escócia e Haiti — e encontrou não um obstáculo a ser temido, mas um espelho da complexidade do futebol moderno. O técnico italiano, com a serenidade de quem já viu muitos torneios, reconheceu os desafios sem perder a fé na qualidade da Seleção. É o eterno paradoxo do esporte de alto nível: a dificuldade não é inimiga da confiança, mas sua condição necessária.
Ancelotti vê grupo 'bastante difícil' e aponta Marrocos como maior desafio
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