No Espírito Santo, durante uma operação de busca e apreensão conduzida pelo Ministério Público, um suspeito escolheu destruir seu próprio celular no instante em que os agentes cruzavam a soleira de sua porta. O gesto, carregado de urgência e desespero, transforma o que seria um procedimento ordinário em um episódio que a justiça raramente ignora — pois quem apaga rastros, frequentemente deixa outros. A destruição de evidências na presença de autoridades é, ela mesma, uma evidência.