Em São Paulo, um eletricista da Zona Norte vê seu nome surgir no centro de uma investigação milionária sem, segundo sua defesa, jamais ter exercido qualquer poder real sobre os recursos envolvidos. Vanderlei Magalhães Natividade teria emprestado seus dados pessoais há doze anos a uma prima, tornando-se tesoureiro estatutário do Instituto Conhecer Brasil — entidade que movimentou cerca de R$ 83 milhões em um ano e mantém contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo. O caso levanta uma questão antiga e persistente sobre os limites entre confiança familiar, responsabilidade jurídica e