No domingo de outubro de 2026, o Rio de Janeiro voltou às urnas para escolher seu governador entre nove candidatos, enquanto O GLOBO transmitia os resultados em tempo real, sincronizado com o Tribunal Superior Eleitoral. A apuração, iniciada às 17h com o fechamento das seções em todo o país, carregava consigo a pergunta que moldaria as semanas seguintes: haveria vencedor no primeiro turno, ou a disputa se prolongaria até 25 de outubro? Nesse ritual democrático, cada número que emergia das urnas era também um retrato do estado — de suas regiões, de suas preferências, de sua vontade coletiva.
Acompanhe ao vivo a apuração para governador do Rio de Janeiro nas Eleições 2026
O leitor não quer só saber quem ganhou — quer entender como está a disputa em tempo real
Por que O GLOBO criou essa plataforma especial de apuração? Não era mais simples apenas publicar os resultados quando saíssem?
A ideia é oferecer contexto enquanto os votos são contados. O leitor não quer só saber quem ganhou — quer entender como está a disputa em tempo real, município por município, qual candidato lidera onde.
Mas isso depende de dados do TSE sendo publicados com frequência. Se o tribunal demora a atualizar, a plataforma fica estática. Quanto tempo leva entre a contagem em uma urna e a publicação oficial?
Boa pergunta. O sistema é rápido, mas não instantâneo. O que O GLOBO faz é sincronizar com o TSE — quando o tribunal publica, o jornal atualiza.
E esses mapas por zona eleitoral — eles realmente ajudam o leitor a entender algo, ou é só visualização bonita?
Ajudam. Se você mora em uma região e vê que seu candidato está perdendo ali, mas ganhando em outro lugar, você começa a entender a geografia política do estado.
Mas o mapa só funciona para capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes. Isso deixa de fora muitos municípios menores. É uma limitação importante que deveria estar clara.
E quanto àquele dado sobre boca de urna — por que os institutos pararam de fazer?
Custava muito caro e o sistema eleitoral ficou tão rápido que não era mais necessário. Você pode saber o resultado real em poucas horas.
Mas isso também significa que não há mais uma verificação independente antes dos números oficiais. Não é um problema em si, mas é uma mudança na forma como a informação flui.
Então basicamente, em 2026, a apuração é mais rápida e mais transparente que antes?
Exatamente. O leitor acompanha em tempo real, vê os dados sendo atualizados, e tem acesso a detalhes que antes levavam horas ou dias para aparecer.
Der Puls
- Nove candidatos disputam o governo fluminense, criando um campo fragmentado onde a maioria absoluta é incerta e o segundo turno, uma possibilidade real.
- Às 17h em ponto, com o fechamento simultâneo das urnas em todo o país, a contagem começou a fluir sem espera — uma aceleração inédita possibilitada pela unificação do horário eleitoral desde 2022.
- A ausência de pesquisas boca de urna deixou eleitores e analistas sem antecipações: desta vez, só os números oficiais falariam, e apenas quando estivessem prontos.
- O GLOBO estruturou uma plataforma com mapas por município e zona eleitoral, percentuais por candidato e dados de abstenção, transformando a apuração em uma leitura geográfica e social do estado.
- Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta, os dois primeiros colocados retornam às urnas em 25 de outubro — mecanismo que se aplica apenas a governador e presidente entre os cargos em disputa.
No domingo de outubro de 2026, o Rio de Janeiro voltou às urnas para escolher seu governador entre nove candidatos, enquanto O GLOBO transmitia os resultados em tempo real, sincronizado com o Tribunal Superior Eleitoral. A apuração, iniciada às 17h com o fechamento das seções em todo o país, carregava consigo a pergunta que moldaria as semanas seguintes: haveria vencedor no primeiro turno, ou a disputa se prolongaria até 25 de outubro? Nesse ritual democrático, cada número que emergia das urnas era também um retrato do estado — de suas regiões, de suas preferências, de sua vontade coletiva.
No domingo, 4 de outubro de 2026, O GLOBO acompanhou em tempo real a contagem de votos para o governo do Rio de Janeiro, transmitindo os números conforme eram publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral. A partir das 17h — quando os últimos eleitores deixaram as seções em todo o país — os resultados começaram a fluir para a plataforma especial do jornal.
Nove candidatos disputavam o cargo: André Marinho, Coronel Busnello, Cyro Garcia, Douglas Ruas, Eduardo Paes, Anthony Garotinho, Juliete Pantoja, Luan Monteiro e William Siri, representando partidos que iam do PL ao Psol. Caso nenhum deles conquistasse maioria absoluta, os dois primeiros colocados voltariam às urnas em 25 de outubro.
A plataforma do GLOBO oferecia múltiplas camadas de informação: percentual de votos por candidato, urnas já contabilizadas, taxa de abstenção, votos em branco e nulos. Um mapa interativo permitia acompanhar o desempenho por município e, nas cidades com mais de 200 mil habitantes, por zona eleitoral — revelando não apenas quem estava ganhando, mas onde.
Uma novidade marcou o pleito: a ausência de pesquisas boca de urna. Os institutos citaram o custo elevado e a velocidade do sistema eleitoral moderno, que tornava desnecessário antecipar o que as urnas logo revelariam. A unificação do horário de votação em todo o território nacional também contribuiu para acelerar a totalização, permitindo que a apuração começasse simultaneamente em todos os estados assim que o relógio marcasse 17h em Brasília.
No domingo, 4 de outubro de 2026, O GLOBO acompanhou em tempo real a contagem de votos para o governo do Rio de Janeiro, transmitindo os números conforme saíam das urnas e eram publicados simultaneamente pelo Tribunal Superior Eleitoral. A partir das 17h, horário de Brasília — quando os últimos eleitores deixaram as seções em todo o país — os resultados começaram a fluir para a plataforma especial de apuração do jornal, oferecendo aos leitores uma visão ao vivo do desempenho de cada candidato.
Nove candidatos disputavam o cargo de governador do estado. A lista incluía André Marinho, do Partido Novo; Coronel Busnello, da Missão; Cyro Garcia, do PSTU; Douglas Ruas, do PL; Eduardo Paes, do PSD; Anthony Garotinho, dos Republicanos; Juliete Pantoja, da UP; Luan Monteiro, do PCO; e William Siri, do Psol. A disputa se desenrolaria em duas fases potenciais: primeiro turno naquele domingo, e um possível segundo turno marcado para 25 de outubro, caso nenhum candidato conquistasse maioria absoluta dos votos.
O ambiente de apuração do GLOBO foi estruturado para oferecer múltiplas camadas de informação. Os leitores podiam consultar o percentual de votos recebido por cada candidato, acompanhar quantas urnas já tinham sido contabilizadas e, a partir daí, calcular as chances reais de cada um. O sistema também registrava os votos em branco, os nulos e a taxa de abstenção — dados que ajudam a desenhar o quadro completo da participação eleitoral.
Um mapa de votação interativo mostrava como o estado se comportava município a município, e nas capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes, era possível descer ainda mais fundo, vendo os resultados por zona eleitoral. Esse nível de detalhe permitia aos leitores entender não apenas quem estava ganhando, mas onde estava ganhando — quais regiões apoiavam qual candidato, como a votação se distribuía geograficamente pelo Rio.
A plataforma também oferecia acesso simultâneo aos resultados de outras disputas em andamento: presidente da República, senadores, deputados federais e estaduais. Todos os números eram atualizados no mesmo ritmo, conforme o TSE os publicava, mantendo os leitores sincronizados com a fonte oficial.
A decisão sobre um segundo turno dependeria de um critério simples: se o candidato mais votado não tivesse maioria absoluta, os dois primeiros colocados retornariam às urnas em 25 de outubro. Esse mecanismo se aplicava apenas a dois cargos — governador e presidente — entre os cinco em disputa naquele ano.
Uma mudança notável nas eleições de 2026 foi a ausência de pesquisas boca de urna. Os institutos de pesquisa apontaram dois motivos principais: o custo elevado dessas operações e a velocidade do sistema eleitoral moderno, que tornava desnecessário tentar adivinhar o resultado antes da contagem oficial. Além disso, a mudança no horário eleitoral desde 2022 havia alterado a dinâmica tradicional dessas pesquisas.
A unificação do horário de votação em todo o país — respeitando os ajustes de fuso horário nas diferentes regiões — permitiu à Justiça Eleitoral começar a totalização dos votos sem aguardar o fechamento de urnas em estados distantes. Isso significava que, assim que 17h chegasse em Brasília, a apuração poderia começar simultaneamente em todo o território nacional, acelerando o processo de divulgação dos resultados.
Bemerkenswerte Zitate
Os institutos de pesquisa apontaram que os altos custos e a agilidade do sistema eleitoral fizeram com que pesquisas boca de urna não fossem mais necessárias— Institutos de pesquisa