Acompanhe a apuração para presidente em Minas Gerais em tempo real

A apuração começava no mesmo instante em todo o país
A unificação do horário eleitoral permitiu que o TSE iniciasse a contagem de votos simultaneamente, sem aguardar fechamento de urnas em diferentes regiões.
Mark

Por que o O GLOBO criou esse ambiente especial de apuração em tempo real? Qual é a diferença em relação a simplesmente publicar os números conforme saem?

Mimi

O ambiente integra dados oficiais do TSE de forma organizada, mostrando não apenas os percentuais, mas também quantas urnas foram apuradas. Isso permite que o leitor entenda melhor o cenário — se 10% das urnas foram contadas, o resultado é muito diferente de se 90% foram.

Luke

Mas é importante notar que o O GLOBO está apenas replicando dados que o TSE já publica. Não há jornalismo investigativo aqui, apenas curadoria e apresentação de informações públicas.

Mark

E essa unificação do horário eleitoral — quando foi implementada?

Mimi

Desde 2022. O TSE padronizou todas as seções para funcionar das 8h às 17h em horário de Brasília, mesmo em regiões com fusos diferentes. Isso permite que a apuração comece simultaneamente em todo o país.

Luke

Exatamente. E isso eliminou a necessidade de boca de urna, porque agora temos resultados rápidos demais para que projeções preliminares façam sentido.

Mark

Catorze candidatos à presidência — é um número alto?

Mimi

É o que a fonte lista. Inclui desde candidatos de partidos maiores como PT e PL até candidatos de partidos menores como PCB, PSTU e UP.

Luke

A fonte não oferece contexto sobre quantos candidatos havia em eleições anteriores, então não posso dizer se catorze é alto ou baixo comparativamente. Apenas que catorze estavam na disputa em 2026.

Mark

O que muda para o leitor com essa unificação de horário?

Mimi

Muda tudo. Antes, havia fusos diferentes, então a apuração era mais lenta e havia espaço para boca de urna. Agora, tudo acontece simultaneamente e rápido.

Luke

Mas a fonte não detalha quanto mais rápido é agora comparado a antes. Sabemos que a apuração começa às 17h, mas não sabemos quanto tempo leva para ser concluída.

  • Às 17h em ponto, catorze candidatos à presidência passaram a ter seus votos contabilizados em Minas Gerais — sem espera, sem fuso horário a atrasar.
  • A ausência de pesquisas boca de urna criou um vácuo de informação que só os dados oficiais do TSE podiam preencher, aumentando a dependência de plataformas como a do O GLOBO.
  • O painel centralizado do jornal exibia não apenas percentuais, mas o número de urnas já processadas — o termômetro real de quão definitivos eram os números na tela.
  • Governador, senador, deputados federais e estaduais: a apuração corria em paralelo, transformando o ambiente num mapa vivo de toda a eleição mineira.
  • A velocidade do sistema eleitoral brasileiro, elogiada internacionalmente, se confirmava mais uma vez como o principal árbitro da noite — antes mesmo de qualquer análise.

No domingo de outubro de 2026, enquanto as urnas se fechavam simultaneamente em todo o Brasil, Minas Gerais entrava na contagem de seus votos presidenciais — um ritual democrático transmitido em tempo real pelo O GLOBO com dados do TSE. A unificação do horário eleitoral, estabelecida desde 2022, transformou a apuração num evento coletivo e instantâneo, dispensando projeções e antecipações. É a democracia funcionando como relógio: no mesmo instante em que o voto termina, a contagem começa.

No domingo das Eleições 2026, a partir das 17h no horário de Brasília, os votos para presidente começaram a ser contabilizados em Minas Gerais. O GLOBO acompanhava tudo em tempo real por meio de um ambiente especial alimentado por dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral — permitindo que leitores vissem os números evoluírem conforme chegavam.

O painel ia além dos percentuais: mostrava o total de urnas já processadas, dado essencial para avaliar o peso real de cada resultado parcial, além de abstenções, votos em branco e nulos. Simultaneamente, era possível acompanhar a disputa para governador, senador e deputados federais e estaduais no mesmo espaço.

A chave para esse funcionamento foi a unificação do horário eleitoral. Desde 2022, o TSE determinou que todas as seções do país operassem das 8h às 17h no padrão de Brasília, independentemente do fuso local. Com o encerramento simultâneo da votação em todo o território, a totalização pôde começar de imediato — sem aguardar estados atrasados.

Eram catorze os candidatos à presidência, entre eles Lula pelo PT, Flávio Bolsonaro pelo PL, Ronaldo Caiado pelo PSD e Romeu Zema pelo Novo. Uma novidade marcou a noite: a ausência de pesquisas boca de urna, consideradas desnecessárias diante dos altos custos operacionais e da velocidade já conhecida do sistema eleitoral brasileiro.

O ambiente do O GLOBO funcionava como painel central da eleição: além de Minas Gerais, o leitor podia navegar por resultados de qualquer estado ou município do Brasil, compreendendo não apenas quem estava à frente, mas em que ponto exato da contagem a eleição se encontrava.

No domingo das Eleições 2026, a partir das 17h no horário de Brasília, os votos para presidente começaram a ser contabilizados em Minas Gerais. O GLOBO oferecia acompanhamento em tempo real através de um ambiente especial de apuração alimentado por dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral, permitindo que leitores acompanhassem o andamento da contagem conforme os números chegavam.

O sistema funcionava de forma integrada: enquanto os votos para presidente eram apurados, também era possível acompanhar simultaneamente a contagem para governador, senador e deputados federais e estaduais. O ambiente apresentava não apenas os percentuais de cada candidato, mas também o total de urnas já processadas — informação crucial para avaliar as chances reais de cada concorrente — além de dados sobre abstenção, votos em branco e votos nulos.

A unificação do horário eleitoral em todo o país foi determinante para esse funcionamento. Desde 2022, o Tribunal Superior Eleitoral estabeleceu que todas as seções eleitorais operassem das 8h às 17h seguindo o padrão de Brasília, mesmo nas regiões com fusos horários diferentes. Essa padronização permitiu que, no momento exato em que a votação encerrava simultaneamente em todo o território nacional, a Justiça Eleitoral pudesse iniciar a totalização dos votos sem precisar aguardar o fechamento de urnas em estados com horários distintos.

Os candidatos à presidência eram catorze: Luiz Inácio Lula da Silva pelo PT, Flávio Bolsonaro pelo PL, Renan Santos pela Missão, Ronaldo Caiado pelo PSD, Augusto Cury pelo Avante, Romeu Zema pelo Novo, Edmilson Dias pelo PCB, Hertz Dias pelo PSTU, Samara Martins pela UP, Wilson Grassi pelo Democrata, Clariana Barão pelo DC, Rui Costa Pimenta pelo PCO e Leonardo Avalanche pelo PTRB.

Uma mudança notável nessas eleições foi a ausência de pesquisas boca de urna. De acordo com institutos de pesquisa, os altos custos operacionais e a velocidade do sistema eleitoral tornaram esse tipo de levantamento desnecessário. A agilidade na apuração — possibilitada justamente pela unificação do horário — reduziu a necessidade de projeções preliminares que historicamente serviam para antecipar resultados enquanto a contagem oficial ainda ocorria.

O ambiente de apuração do O GLOBO funcionava como um painel centralizado para toda a eleição. Além de acompanhar os resultados presidenciais em Minas Gerais, leitores podiam navegar para resultados por estado ou município em todo o Brasil, consultando também as disputas para outros cargos. A estrutura permitia que o leitor entendesse não apenas quem estava vencendo, mas em que estágio da apuração a eleição se encontrava — quantas urnas já tinham sido processadas, quanto ainda faltava.

Os altos custos e a agilidade do sistema eleitoral fizeram com que o levantamento boca de urna não fosse mais necessário
— Institutos de pesquisa, conforme relatado
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