Há jogos que transcendem o seu próprio código e tornam-se provas de que a criatividade humana encontra sempre uma saída onde outros veem apenas paredes. Mark Russinovich, diretor de tecnologia do Microsoft Azure, transformou o Microsoft Paint num ecrã funcional para o Doom — não por necessidade, mas por aquela curiosidade que move os verdadeiros engenheiros. Usando a área de transferência do Windows como ponte silenciosa entre duas aplicações que nunca foram concebidas para se entenderem, o projeto DoomPaint recorda-nos que as limitações técnicas são, muitas vezes, apenas convites disfarçados