Num tempo em que as máquinas pensantes deixaram de ser apenas promessa e passaram a habitar as preocupações cotidianas, a Folha de S.Paulo, em sua coluna Ilustrada de 24 de outubro de 2026, observa que a série 'Zona Zero' escolheu um caminho inesperado para falar do assunto: em vez de encarar a inteligência artificial de frente, recorre aos mortos-vivos, figura antiga do horror, para dar forma a inquietações que já circulam fora da tela. A crítica sugere que a ficção, nesse gesto, funciona menos como entretenimento de gênero e mais como espelho de receios coletivos sobre a tecnologia e seus ef
'Zona Zero' usa mortos-vivos como alegoria para a inteligência artificial
A ficção como espelho das ansiedades sobre tecnologia
Qual é a ideia central da crítica da Folha sobre 'Zona Zero'?
Que a série usa os mortos-vivos como alegoria para a inteligência artificial, ou seja, fala de IA por meio de uma figura do horror.
Por que isso importa?
Porque a leitura coloca a ficção como espelho das ansiedades atuais sobre tecnologia e seus efeitos na sociedade.
Convém dizer o que sabemos de fato: só temos o título, o resumo e a indicação de que é uma crítica. Não há trechos do texto.
Então não sabemos como a alegoria funciona na trama?
Não. Qual aspecto da IA os mortos-vivos representam, se o trabalho, a criação ou a perda de controle, não está no material.
Ainda assim, a escolha do gênero já diz algo: o horror costuma servir para dar forma a medos coletivos.
Isso é uma observação geral sobre o gênero, não uma afirmação sobre a série. Também não sabemos quem assina a crítica nem onde a série é exibida.
O que vale observar daqui em diante?
Como outras produções de ficção científica e horror tratarão a IA ao longo de 2026.
Il Polso
- A série toma o velho imaginário dos mortos-vivos e o transforma em linguagem para discutir inteligência artificial.
- A crítica da Folha lê a obra como espelho direto das ansiedades que atravessam o debate público sobre tecnologia.
- Ao invés de mostrar a máquina, a produção desloca o medo para a figura do corpo que retorna sem controle, provocando desconforto no espectador.
- A leitura aponta para um movimento mais amplo, em que a ficção de horror e de ficção científica segue reinterpretando a IA ao longo de 2026.
Num tempo em que as máquinas pensantes deixaram de ser apenas promessa e passaram a habitar as preocupações cotidianas, a Folha de S.Paulo, em sua coluna Ilustrada de 24 de outubro de 2026, observa que a série 'Zona Zero' escolheu um caminho inesperado para falar do assunto: em vez de encarar a inteligência artificial de frente, recorre aos mortos-vivos, figura antiga do horror, para dar forma a inquietações que já circulam fora da tela. A crítica sugere que a ficção, nesse gesto, funciona menos como entretenimento de gênero e mais como espelho de receios coletivos sobre a tecnologia e seus efeitos sobre a vida em sociedade.
A Folha de S.Paulo publicou, em 24 de outubro de 2026, uma crítica no caderno Ilustrada sobre a série 'Zona Zero'. O texto apresenta a produção como uma obra que usa mortos-vivos para falar de inteligência artificial.
O eixo da leitura está na escolha da metáfora. Em vez de retratar a tecnologia de maneira literal, a série recorre a uma figura clássica do horror e a transforma em alegoria para os debates atuais sobre IA. Segundo a análise, isso faz da ficção um espelho das ansiedades contemporâneas sobre tecnologia e seus impactos sociais, e não apenas um exercício de gênero.
O material disponível sobre a crítica é restrito. Não há, nele, informações sobre elenco, direção, enredo, plataforma ou número de episódios, nem o nome do autor ou trechos da argumentação. O que se pode afirmar é o enquadramento: uma série que discute IA por meio de mortos-vivos, lida como reflexo de temores sociais.
O texto se insere num movimento mais amplo de obras de ficção científica e horror que tratam da inteligência artificial, movimento que merece ser acompanhado ao longo de 2026.
A Folha de S.Paulo publicou, em 24 de outubro de 2026, no caderno Ilustrada, uma crítica sobre a série 'Zona Zero'. O texto trata a produção como uma obra que se serve de mortos-vivos para falar de inteligência artificial.
O ponto central da leitura é a escolha da metáfora. Em vez de mostrar a tecnologia de forma direta, a série recorre ao universo dos mortos-vivos, figura clássica do horror, e a usa como alegoria para os debates atuais sobre IA.
Segundo a análise, a ficção funciona como espelho das ansiedades contemporâneas sobre tecnologia e seus impactos sociais. A série, portanto, não é lida apenas como entretenimento de gênero, mas como um modo de dar forma a preocupações que já circulam fora da tela.
O material disponível sobre a crítica é restrito: o que se sabe vem do título, da classificação do caderno e de um resumo editorial. Não há, nesse material, detalhes sobre elenco, direção, enredo, plataforma de exibição ou número de episódios, e por isso não é possível descrevê-los aqui sem inventar.
Também não consta o nome do autor da crítica nem trechos da argumentação. O que se pode afirmar com segurança é o enquadramento: uma série que usa mortos-vivos para discutir IA, lida como reflexo de temores sociais sobre a tecnologia.
O texto se insere num movimento mais amplo, em que obras de ficção científica e de horror tratam da inteligência artificial. Vale acompanhar como essas produções seguirão abordando o tema ao longo de 2026.